O presidente nacional do PDT e ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi, esteve reunido nesta quarta-feira (4/2) com o presidente do PT, Edinho Silva, para discutir as alianças eleitorais entre os dois partidos.
Em postagem nas redes sociais, o pedetista reforçou a aliança pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e confirmou apoio do PT a três candidatos aos governos do Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. O lado petista, porém, afirmou que o encontro não definiu palanques e que as candidaturas seguem em discussão.
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"Na reunião com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, reafirmei a aliança do PDT para reeleger o presidente Lula e recebi a confirmação do compromisso petista de apoiar as candidaturas ao governo de Juliana Brizola, no Rio Grande do Sul; de Alexandre Kalil, em Minas Gerais, e de Requião Filho, no Paraná", escreveu Lupi.
"Com a formalização interna do PT, nos próximos dias, avançaremos para vencer nesses estados estratégicos", acrescentou ainda.
Divergências
Apesar da confirmação de Lupi, nota do PT sobre o encontro nega que os apoios estejam confirmados.
"A conversa não teve como objetivo a definição de palanques eleitorais nos estados. As definições sobre as candidaturas estaduais seguem em debate e serão construídas em acordo com os diretórios estaduais", disse ainda a sigla.
Além do PT, o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, pré-candidato do PDT ao governo mineiro, publicou nas redes sociais uma crítica à fala de Lupi e disse que escolherá quem vai participar de seu palanque.
"Eleição é um saco: no meu palanque só sobe quem EU quiser", escreveu Kalil.
