No mais recente episódio do podcast Uai Turismo, Isabella Ricci recebe o executivo Jorge Chaves para uma conversa direta sobre experiência do hóspede e tomada de decisão na hotelaria do Rio de Janeiro. A partir do magnetismo eterno da orla carioca vitrine desejada por brasileiros e estrangeiros , Chaves revela como um detalhe aparentemente operacional pode transformar a percepção de valor do cliente: o horário de funcionamento da piscina. Inspirado por uma vivência no exterior, quando se deparou com um pôr do sol tardio e piscinas de hotel fechando antes do fim da luz natural, ele trouxe o aprendizado para casa. Resultado: o Othon decidiu manter sua piscina agora com borda infinita aberta até 22h, alinhando serviço, cenário e o ritmo próprio de Copacabana.
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A mudança não é mero ajuste de agenda. Ela traduz uma filosofia de gestão que enxerga a experiência como um fio contínuo entre praia, pôr do sol e noite, sem cortes artificiais. Em uma cidade em que o calçadão permanece pulsante quando a temperatura amena convida a ficar, encerrar áreas de lazer cedo equivale a dizer até amanhã ao hóspede justamente quando ele está mais disposto a aproveitar a vista. Ao estender o horário, o Othon reconhece o comportamento de quem retorna do mar, toma um banho rápido e quer prolongar o clima de praia no próprio hotel com segurança, conforto e cenário privilegiado para ver a noite chegar sobre a Princesinha do Mar.
Chaves destaca, ainda, o papel do público mineiro nessa decisão. Fiel frequentador do Rio, o hóspede de Minas tem o hábito de emendar o pós-praia com momentos de lazer no hotel, seja para relaxar, socializar ou simplesmente contemplar Copacabana do alto.
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A conversa aborda também um princípio que tem guiado redes de ponta: adaptar a operação à experiência real do destino. No Rio, onde a vida se organiza em torno do mar e do horizonte, a jornada do hóspede não cabe em relógios de escritório. Da governança à manutenção, da iluminação ao serviço de alimentos e bebidas, tudo ganha quando acompanha os horários do sol e a vibração da orla. No Othon, a decisão sobre a piscina vem acompanhada de melhorias na ambientação do espaço e de um olhar constante para como cada ajuste reverbera no tempo de hotel aquelas horas que ficam na memória e, muitas vezes, determinam a vontade de voltar.
Para quem acompanha o setor, a entrevista funciona como um estudo de caso em ritmo de conversa: um insight vivido lá fora, convertido em ação local; um público chave identificado e atendido; um destino que dita o tom e uma marca que se reposiciona para estar à altura dele. Tudo isso em linguagem acessível, sem perder o foco nos bastidores que interessam a profissionais e viajantes: o que muda na prática quando uma rede decide colocar a experiência no centro?
Assista ao episódio completo no canal do YouTube do Portal Uai e confira por que a hotelaria carioca, quando respeita o tempo da orla, transforma o fim de tarde em seu melhor cartão de visitas.
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