O Projeto de Lei n° 3.203/2024, de autoria do vereador Carlo Caiado (PSD) foi aprovado, com o argumento de que, assim como o Mate Leão e o Biscoito Globo, faz parte da cultura dos cidadãos na cidade.
O cachorro-quente da Geneal começou a ser vendido nas ruas da Zona Sul do Rio em 1963. Ele ganhou popularidade e se espalhou, sempre com conteúdo simples que se limita ao pão e à salsicha - no máximo com catchup e/ou mostarda.
Ou seja, a Geneal mantém a tradição do cachorro-quente básico que não leva ingredientes, além da salsicha. Muito distante da mistura feita nos também populares 'podrões' que levam ovo de codorna, queijo parmesão, ervilha, milho, batata frita etc.
O Projeto de Lei n° 3.203/2024, de autoria do vereador Carlo Caiado (PSD) foi aprovado, com o argumento de que, assim como o Mate Leão e o Biscoito Globo, faz parte da cultura dos cidadãos na cidade.
O assunto cachorro-quente também teve uma notícia recente que ganhou repercussão. Katie McCourt, gerente e bartender do Cira, de Chicago, nos EUA, criou uma bebida à base do pão com salsicha.
O cachorro-quente da Geneal começou a ser vendido nas ruas da Zona Sul do Rio em 1963. Ele ganhou popularidade e se espalhou, sempre com conteúdo simples que se limita ao pão e à salsicha - no máximo com catchup e/ou mostarda.
O daiquiri é um clássico da coquetelaria, levando rum e suco de limão, sendo uma das bebidas mais pedidas do menu. Mas a ‘ invenção’ do restaurante mediterrâneo viralizou por causa de um ingrediente insólito: salsicha.
A bebida tem suco de limão e óleo de tomate, combinados com xarope de mostarda, licor de raiz de aipo e salsicha.
O assunto cachorro-quente também teve uma notícia recente que ganhou repercussão. Katie McCourt, gerente e bartender do Cira, de Chicago, nos EUA, criou uma bebida à base do pão com salsicha.
'A mistura permite que as pessoas comam o cachorro quente e bebam os acompanhamentosâ?, afirmou McCourt ao Block Club Chicago. O coquetel é batido, coado e servido com uma miniguarnição de cachorro-quente.
O coquetel inspirado em cachorro quente viralizou nas redes sociais após publicação de Matthew Dominick, primo de McCourt. A bartender fez a criação depois de um pedido do primo, que é criador de uma plataforma de comida chamada “Yucking” no TikTok e no YouTube.
A bebida tem suco de limão e óleo de tomate, combinados com xarope de mostarda, licor de raiz de aipo e salsicha.
O cachorro-quente (hot dog) é um lanche muito consumido nos Estados Unidos . Por lá, o preparo é com molho agridoce, picles à base de pepino, mostarda e ketchup.
'A mistura permite que as pessoas comam o cachorro quente e bebam os acompanhamentos”, afirmou McCourt ao Block Club Chicago. O coquetel é batido, coado e servido com uma miniguarnição de cachorro-quente.
No Brasil, alem do jeito basico da Geneal, há varias formas de fazer o quitute. Em São Paulo, se utiliza purê de batata, enquanto no Rio de Janeiro usa-se frequentemente ovo de codorna.
Já em solo mineiro, o prato é servido com milho verde e batata palha, enquanto, na Paraíba, é feito com carne moída e/ou frango desfiado, com carne moída e verdura picada.
Em Santa Catarina, especialmente durante a Oktoberfest, em Blumenau, além dos ingredientes tradicionais, acrescenta-se o chucrute (conserva de repolho fermentado típico da culinária germânica). O cliente também pode trocar a tradicional salsicha por linguiça.
O cachorro-quente (hot dog) é um lanche muito consumido nos Estados Unidos . Por lá, o preparo é com molho agridoce, picles à base de pepino, mostarda e ketchup.
Em geral, acompanha-se o cachorro-quente com maionese, ketchup, mostarda, molhos à base de tomate, pimentão e cebola. Além de batata palha, salpicão, maionese caseira, maionese , tomate, beterraba, pepino, ervilha, milho, purê de batata, toucinho, requeijão, farofa, entre outros.
No Brasil, alem do jeito basico da Geneal, há varias formas de fazer o quitute. Em São Paulo, se utiliza purê de batata, enquanto no Rio de Janeiro usa-se frequentemente ovo de codorna.
Existem três teorias sobre o surgimento desse peculiar sanduíche. A primeira delas acredita que um açougueiro de Frankfurt, na Alemanha, resolveu batizar as salsichas que fabricava com o nome da raça de seu cachorro: Dachshund.
Já em solo mineiro, o prato é servido com milho verde e batata palha, enquanto, na Paraíba, é feito com carne moída e/ou frango desfiado, com carne moída e verdura picada.
Na segunda teoria, um imigrante alemão, Charles Feltman, levou essa salsicha para os Estados Unidos em 1880. Lá, criou um sanduíche quente com pão, salsicha e molhos.
Em Santa Catarina, especialmente durante a Oktoberfest, em Blumenau, além dos ingredientes tradicionais, acrescenta-se o chucrute (conserva de repolho fermentado tÃpico da culinária germânica). O cliente também pode trocar a tradicional salsicha por linguiça.
Em 1904, na cidade de Saint Louis, nos Estados Unidos, um vendedor de salsicha quente criou uma maneira de os seus fregueses não queimarem a mão. A quem comprasse suas salsichas, ele oferecia luva de algodão. Só que os clientes se esqueciam de devolvê-las. e seu cunhado sugeriu que o salsicheiro começasse a usar pão.
Em geral, acompanha-se o cachorro-quente com maionese, ketchup, mostarda, molhos à base de tomate, pimentão e cebola. Além de batata palha, salpicão, maionese caseira, maionese , tomate, beterraba, pepino, ervilha, milho, purê de batata, toucinho, requeijão, farofa, entre outros.
No Brasil, por volta de 1926, o empresário Francisco Serrador, que idealizou a famosa Cinelândia, no Centro da cidade do Rio de Janeiro, lançou o cachorro-quente em seus cinemas. A novidade inspirou Lamartine Babo e Ary Barroso, a criarem em 1928, a marchinha de carnaval 'Cachorro-Quente'.
Existem três teorias sobre o surgimento desse peculiar sanduíche. A primeira delas acredita que um açougueiro de Frankfurt, na Alemanha, resolveu batizar as salsichas que fabricava com o nome da raça de seu cachorro: Dachshund.
Apesar da popularidade do cachorro-quente, a salsicha, ingrediente principal, tem um consumo bastante controverso. Afinal, o alimento industrializado contém grandes quantidades de gorduras, conservantes, aditivos, sódio e colesterol.
Na segunda teoria, um imigrante alemão, Charles Feltman, levou essa salsicha para os Estados Unidos em 1880. Lá, criou um sanduíche quente com pão, salsicha e molhos.
'A salsicha é um ultraprocessado, mas fornece uma grande quantidade de proteínas. Isso pode contribuir para reduzir a desnutrição calórica.', destacou Paulo Henkin, nutrólogo e diretor da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia).
Em 1904, na cidade de Saint Louis, nos Estados Unidos, um vendedor de salsicha quente criou uma maneira de os seus fregueses não queimarem a mão. A quem comprasse suas salsichas, ele oferecia luva de algodão. Só que os clientes se esqueciam de devolvê-las. e seu cunhado sugeriu que o salsicheiro começasse a usar pão.
No entanto, é importante lembrar que é preciso consumir com moderação e este alimento deve fazer parte de uma dieta equilibrada para não ser prejudicial ao organismo', completou ao portal UOL.
No Brasil, por volta de 1926, o empresário Francisco Serrador, que idealizou a famosa Cinelândia, no Centro da cidade do Rio de Janeiro, lançou o cachorro-quente em seus cinemas. A novidade inspirou Lamartine Babo e Ary Barroso, a criarem em 1928, a marchinha de carnaval 'Cachorro-Quente'.
Atualmente, há diversos tipos de salsichas disponíveis no mercado brasileiro. Assim, é possível encontrar as que são produzidas com carne bovina, suína ou de frango. Elas costumam ser feitas daquela carne que sobra e fica presa no osso do animal e também de miúdos moídos.
Apesar da popularidade do cachorro-quente, a salsicha, ingrediente principal, tem um consumo bastante controverso. Afinal, o alimento industrializado contém grandes quantidades de gorduras, conservantes, aditivos, sódio e colesterol.
No entanto, os conservantes e aditivos são incorporados na salsicha para garantir seu aspecto, textura, sabor e cor e prejudiciais à saúde. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), consumir cerca de 50 g de carne processada diariamente já é arriscado para a saúde.
Consumir salsicha regularmente, com outros ultra processados, como mortadela, linguiça, hambúrguer e frango empanado (nuggets), aumenta o risco de diversas doenças e compromete a saúde.
Um dos problemas é o aumento do risco de câncer. Segundo o estudo divulgado no periódico American Journal of Preventive Medicine, o consumo de ultra processados está relacionado à morte prematura de 57 mil pessoas por ano no Brasil.
No entanto, é importante lembrar que é preciso consumir com moderação e este alimento deve fazer parte de uma dieta equilibrada para não ser prejudicial ao organismo', completou ao portal UOL.
Entre os principais riscos à saúde estão: Diabetes, Obesidade, Doenças cardiovasculares, Hipertensão, Depressão e distúrbios do humor, Síndrome metabólica, Asma e AVC.
Atualmente, há diversos tipos de salsichas disponíveis no mercado brasileiro. Assim, é possível encontrar as que são produzidas com carne bovina, suína ou de frango. Elas costumam ser feitas daquela carne que sobra e fica presa no osso do animal e também de miúdos moídos.
Esses problemas podem acontecer, pois as carnes processadas possuem grandes quantidades de compostos químicos que são adicionados na sua produção (nitritos e nitratos).
Por fim, esses compostos quÃmicos podem alterar o DNA do organismo, que fica mais propenso a doenças, como o câncer. No entanto, as de frango e as versões lights são consideradas um pouco mais saudáveis.
Consumir salsicha regularmente, com outros ultra processados, como mortadela, linguiça, hambúrguer e frango empanado (nuggets), aumenta o risco de diversas doenças e compromete a saúde.
Um dos problemas é o aumento do risco de câncer. Segundo o estudo divulgado no periódico American Journal of Preventive Medicine, o consumo de ultra processados está relacionado à morte prematura de 57 mil pessoas por ano no Brasil.
Entre os principais riscos à saúde estão: Diabetes, Obesidade, Doenças cardiovasculares, Hipertensão, Depressão e distúrbios do humor, SÃndrome metabólica, Asma e AVC.
Esses problemas podem acontecer, pois as carnes processadas possuem grandes quantidades de compostos quÃmicos que são adicionados na sua produção (nitritos e nitratos).
Por fim, esses compostos químicos podem alterar o DNA do organismo, que fica mais propenso a doenças, como o câncer. No entanto, as de frango e as versões lights são consideradas um pouco mais saudáveis.