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Capital mundial da pedra ametista fica no Brasil


No interior do Rio Grande do Sul, a mais de 400 quilômetros da capital Porto Alegre, há uma cidade que atrai olhares curiosos por um motivo incomum: ela é conhecida como a capital mundial da pedra ametista.

Por Flipar
Flickr Alexandre Kelvis Klanovichs

Ametista do Sul, como o próprio nome indica, construiu sua identidade a partir do brilho violeta que brota de seu subsolo. Não se trata apenas de um título simbólico.

Reprodução do Facebook Ametista do Sul - RS

Afinal, a região concentra uma das maiores reservas naturais da pedra no planeta, além de manter uma economia que gira em torno da mineração, da lapidação e do turismo relacionado à joia. Dessa forma, que tal conhecermos mais sobre esta curiosa cidade?

Divulgação

A relação entre a cidade e a pedra começou no início do século passado, quando agricultores locais, ao preparar o solo para o cultivo, encontraram pedras de coloração intensa e beleza singular.

Imagem de starbright por Pixabay

O que parecia apenas uma curiosidade rural logo se transformou em um fenômeno geológico e econômico. Ao longo das décadas, milhares de minas foram abertas e, em seu auge, mais de três mil delas funcionavam simultaneamente.

Minas deReprodução de Youtube

No interior do Rio Grande do Sul, a mais de 400 quilômetros da capital Porto Alegre, há uma cidade que atrai olhares curiosos por um motivo incomum: ela é conhecida como a capital mundial da pedra ametista.

Flickr Alexandre Kelvis Klanovichs

Com o tempo, muitas minas se esgotaram, mas não foram abandonadas. Foram reaproveitadas como pontos de visitação, restaurantes temáticos e espaços culturais, criando uma rede turística subterrânea que ajuda a contar a história da cidade.

Reprodução de Youtube

Ametista do Sul, como o próprio nome indica, construiu sua identidade a partir do brilho violeta que brota de seu subsolo. Não se trata apenas de um título simbólico.

Reprodução do Facebook Ametista do Sul - RS

O símbolo máximo de Ametista do Sul é a Igreja Matriz São Gabriel. Com estrutura imponente, ela impressiona por ter cerca de 40 toneladas de pedras ametistas em suas paredes.

Flickr Luis Afonso

Afinal, a região concentra uma das maiores reservas naturais da pedra no planeta, além de manter uma economia que gira em torno da mineração, da lapidação e do turismo relacionado à joia. Dessa forma, que tal conhecermos mais sobre esta curiosa cidade?

Divulgação

Durante o dia, a luz natural atravessa os vitrais e se mistura ao brilho das pedras, criando um ambiente místico e sereno. A torre da igreja permite uma visão privilegiada da cidade.

Flickr Luis Afonso

A relação entre a cidade e a pedra começou no início do século passado, quando agricultores locais, ao preparar o solo para o cultivo, encontraram pedras de coloração intensa e beleza singular.

Imagem de starbright por Pixabay

Outro ponto que chama atenção é a Pirâmide Esotérica, construída sobre uma antiga mina. O espaço, cercado por vegetação e silêncio, é voltado para práticas de meditação e atividades espirituais.

Divulgação

O que parecia apenas uma curiosidade rural logo se transformou em um fenômeno geológico e econômico. Ao longo das décadas, milhares de minas foram abertas e, em seu auge, mais de três mil delas funcionavam simultaneamente.

Minas deReprodução de Youtube

Muitos visitantes relatam sensações únicas ao permanecer ali, como se o ambiente carregasse uma energia concentrada. Essa fama está ligada à crença nos poderes da ametista, tradicionalmente associada à proteção, ao equilíbrio emocional e à transformação interior.

Divulgação

Com o tempo, muitas minas se esgotaram, mas não foram abandonadas. Foram reaproveitadas como pontos de visitação, restaurantes temáticos e espaços culturais, criando uma rede turística subterrânea que ajuda a contar a história da cidade.

Reprodução de Youtube

A presença das pedras vai além da fé ou da decoração. A cidade incorporou sua identidade mineral em todos os aspectos. Prédios, praças, postes e até os bancos das ruas exibem detalhes roxos ou estruturas com pedras aparentes.

Flickr Patrícia Geiger

Lojas vendem desde brincos e anéis até esculturas gigantes esculpidas em blocos inteiros de ametista. Algumas pousadas e hotéis possuem suítes com paredes revestidas pelas pedras.

Imagem de Shuutoka Azoi por Pixabay

Entre as experiências mais inusitadas está a gastronomia subterrânea. Restaurantes foram montados dentro de antigas galerias de mineração, aproveitando o ambiente fresco e úmido das cavernas.

ReDivulgação

Um dos mais famosos é o Restaurante Belvedere, onde se pode saborear pratos da culinária gaúcha em mesas iluminadas por cristais.

Divulgação

Durante o dia, a luz natural atravessa os vitrais e se mistura ao brilho das pedras, criando um ambiente místico e sereno. A torre da igreja permite uma visão privilegiada da cidade.

Flickr Luis Afonso

Outro ponto que chama atenção é a Pirâmide Esotérica, construída sobre uma antiga mina. O espaço, cercado por vegetação e silêncio, é voltado para práticas de meditação e atividades espirituais.

Divulgação

Muitos visitantes relatam sensações únicas ao permanecer ali, como se o ambiente carregasse uma energia concentrada. Essa fama está ligada à crença nos poderes da ametista, tradicionalmente associada à proteção, ao equilíbrio emocional e à transformação interior.

Divulgação

A presença das pedras vai além da fé ou da decoração. A cidade incorporou sua identidade mineral em todos os aspectos. Prédios, praças, postes e até os bancos das ruas exibem detalhes roxos ou estruturas com pedras aparentes.

Flickr Patrícia Geiger

Lojas vendem desde brincos e anéis até esculturas gigantes esculpidas em blocos inteiros de ametista. Algumas pousadas e hotéis possuem suítes com paredes revestidas pelas pedras.

Imagem de Shuutoka Azoi por Pixabay

Entre as experiências mais inusitadas está a gastronomia subterrânea. Restaurantes foram montados dentro de antigas galerias de mineração, aproveitando o ambiente fresco e úmido das cavernas.

ReDivulgação

Um dos mais famosos é o Restaurante Belvedere, onde se pode saborear pratos da culinária gaúcha em mesas iluminadas por cristais.

Divulgação

Outro destaque é o restaurante que funciona no Geoparque Subterrâneo, iniciativa que une lazer, ciência e consciência ambiental. Além da refeição, é possível conhecer mais sobre a formação geológica da região e os impactos da atividade mineradora ao longo do tempo.

Divulgação

O Geoparque, aliás, é um passo importante para o reconhecimento internacional da região. O objetivo é integrar Ametista do Sul a uma rede de locais que valorizam sua geodiversidade como patrimônio científico e cultural.

- Divulgação

O Ametista Parque Museu é um exemplo desse esforço. No local, visitantes podem ver de perto dezenas de pedras preciosas, além da maior ametista bruta já encontrada na região, com impressionantes 2,5 toneladas.

Divulgação

A cidade também surpreende com sua produção de vinhos. Algumas vinícolas funcionam em minas desativadas, onde a temperatura natural e constante garante a conservação ideal das bebidas. As degustações acontecem entre paredes de rocha e mesas esculpidas em cristais.

Divulgação

Mesmo com sua população modesta, Ametista do Sul mantém uma agenda cultural movimentada. O Festival da Ametista é o principal evento do calendário local e reúne música, gastronomia, exposições e apresentações artísticas.

Reprodução do Instagram

A cidade também surpreende com sua produção de vinhos. Algumas vinícolas funcionam em minas desativadas, onde a temperatura natural e constante garante a conservação ideal das bebidas. As degustações acontecem entre paredes de rocha e mesas esculpidas em cristais.

Divulgação

Ao longo do ano, a cidade recebe ainda feiras temáticas, encontros esotéricos e eventos religiosos, mostrando a diversidade de interesses que esse destino é capaz de acolher.

Reprodução do Instagram

Mesmo com sua população modesta, Ametista do Sul mantém uma agenda cultural movimentada. O Festival da Ametista é o principal evento do calendário local e reúne música, gastronomia, exposições e apresentações artísticas.

Reprodução do Instagram

Mais do que um lugar curioso no mapa, Ametista do Sul representa uma convivência harmoniosa entre riqueza natural, história, turismo e espiritualidade.

Divulgação

Ao longo do ano, a cidade recebe ainda feiras temáticas, encontros esotéricos e eventos religiosos, mostrando a diversidade de interesses que esse destino é capaz de acolher.

Reprodução do Instagram

Mais do que um lugar curioso no mapa, Ametista do Sul representa uma convivência harmoniosa entre riqueza natural, história, turismo e espiritualidade.

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Em tempos em que muitos buscam fugir da pressa e se reconectar com ambientes mais significativos, a cidade mostra que o interior pode guardar não só tranquilidade, mas também brilho, profundidade e beleza.

Flickr Alexandre Kelvis Klanovichs

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