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Carolina Dieckmann prestigia Marcos Frota no aniversário do ex: ator também é artista circense consagrado


Marcos Frota celebrou seu aniversário no dia 29 de setembro, e recebeu uma homenagem especial de Carolina Dieckmann, com quem foi casado de 1997 a 2004, e mãe de seu filho, Davi Frota, nascido em 1999. A atriz publicou em suas redes sociais uma foto antiga ao lado do ator e escreveu uma mensagem de felicitação.

Por Lance
Reprodução Instagram /@loracarola

Frota também foi casado com Cibele Ferreira de 1976 até 1993 e os dois tiveram três filhos: Amaralina, Apoena e Tainã.

Reprodução Instagram /@marcos.frota.oficial

Marcos, que nasceu em 1956, em Guaxupé, Minas Gerais, construiu uma trajetória multifacetada como ator, trapezista e empresário. Na juventude, se mudou para São Paulo, onde fez incursões iniciais no teatro.

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Iniciou sua carreira na artística na década de 1970, com participações em peças de teatro e estreou na televisão na novela â??O Julgamentoâ?, da TV Tupi, em 1976. No mesmo ano, integrou o elenco de â??Escrava Isauraâ?, produção que lhe abriu portas para trabalhos em outras emissoras.

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Ainda nos anos 1980, se consolidou como ator de destaque ao participar de novelas como “Vereda Tropical” e “Sassaricando”, ambas na TV Globo.

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Em “Vereda Tropical”, interpretou Téo, um rapaz muito tímido e solitário, que vivia em seu mundo de fantasia e se imaginava um super-herói chamado Super-Téo. Ele tinha medo das mulheres e dificuldades para fazer amigos, mas com o tempo se aproximou de Gabi.

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Durante as décadas seguintes, construiu repertório sólido em novelas da TV Globo, como “Cambalacho”, “O Outro”, “Vamp”, “Você Decide”, “A Próxima Vítima”, “Malhação”, “O Clone”, “América”, “O Clone”, “Chocolate com Pimenta”, “América”, “Casos e Acasos”, “Faça Sua História”, “Ti Ti Ti”, “Malhação: Seu Lugar no Mundo”, “Sol Nascente”, entre outras.

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Seu maior e mais reconhecido papel foi na novela “Mulheres de Areia” em 1993, quando interpretou o inesquecível Tonho da Lua. O personagem, um escultor com deficiência intelectual e emocional, conquistou o público pela sensibilidade e tornou-se um dos papéis mais marcantes da teledramaturgia brasileira.

Divulgação

Outro papel importante foi o de Jatobá em “América”, um personagem que perdeu a visão após a idade adulta e, por isso, vivia com um cão-guia e enfrentava as dificuldades e o preconceito. Seu personagem, que também era um professor sensível e inteligente, se tornou um grande amigo e inspiração para Flor, uma menina que nasceu cega.

Reprodução X /@frotamarcos

Em “O Clone” interpretou Escobar, um médico que abandona o casamento com Clarice para viver um romance com a ambiciosa Alicinha, que o manipula e aplica um golpe.

Divulgação

Outro personagem importante para sua foi Henrique na novela â??Cambalachoâ? , em 1986. O personagem era um jovem que abandonava os estudos na PUC para seguir a carreira de trapezista, e a experiência acabou despertando no ator uma relação verdadeira com o universo circense.

Reprodução vídeo Rede Social

O ator disse à revista “Saúde Mais” que foi influenciado pelas gravações da novela 'Cambalacho', na década de 1980, na Rede Globo, na qual interpretou um trapezista. 'Me aproximei do mundo circense para viver aquele papel, e acabei ficando…”.

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A partir de então, passou a investir em projetos ligados ao circo e, desde 1995, mantém o Grande Circo Popular do Brasil, também conhecido como Marcos Frota Circo Show, no qual chegou a se apresentar no trapézio.

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Além disso, atua como embaixador do Circo dos Sonhos e fundou a Universidade Livre do Circo (Unicirco) em 2001, dedicada à formação de novos artistas e foi responsável por criar escolas de artistas circenses, produzir espetáculos e investir na profissionalização dessa arte no Brasil.

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Comentou à MBigucci: “A UniCirco [...] Forma uma outra geração de artistas. Faz espetáculos aos sábados e domingos e durante a semana a gente abre para oficinas regulares gratuitas aos jovens. Três anos depois a gente entrega esses alunos para o mercado, já preparados para um trabalho profissional.”.

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No cinema, participou de produções como “Os Trapalhões no Auto da Compadecida”, “O Casamento dos Trapalhões”, “O Grande Circo Místico” e, também, atuou como dublador em animações, entre elas “Madagascar 3: Os Procurados”

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