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Adeus às unhas de gel? Nova norma europeia restringe produtos de beleza


No dia 1º de setembro de 2025, entrou em vigor na União Europeia uma nova determinação que proíbe duas substâncias químicas comumente usadas em esmaltes e unhas de gel: o óxido de trimetilbenzoil difenilfosfina - TPO - e a dimetiltoluidina - DMTA.

Por Flipar
Imagem Pexels/Leeloo The First

Ambas são classificadas como CMR categoria 1B, o que significa que há riscos reconhecidos para fertilidade humana e desenvolvimento fetal.

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Essa mudança atende a preocupações de saúde pública. Estudos apontam que a exposição ao TPO e à DMTA pode causar efeitos tóxicos, assim como aumentar os riscos de câncer, embora boa parte das evidências venha de pesquisas em animais.

Montagem com Reprodução do instagram @manicurerussa.aurora

A ação normativa da Comissão Europeia busca ampliar as garantias de segurança tanto para os consumidores que usam unhas de gel quanto para os profissionais da beleza que manuseiam esses produtos com frequência.

Monntagem com Imagens Freepik

Com a proibição, salões de beleza na UE têm de descartar ou devolver imediatamente estoques que contenham essas substâncias.

Imagem Freepik

Também tornou-se obrigatório reformular produtos que empreguem esses componentes, adaptando fórmulas e técnicas para alternativas seguras.

- Divulgação

Com isso, o setor enfrenta dois grandes impactos econômicos: os custos de pesquisa e desenvolvimento necessários para criar fórmulas novas, livres de TPO e DMTA, e possíveis elevações de preços ao consumidor, em razão dessas adaptações.

Imagem Freepik

Entretanto, há quem veja essa mudança como uma oportunidade para inovação, aumento da segurança dos produtos e elevação dos padrões de qualidade no mercado de beleza.

Imagem Freepik

No Brasil, até o momento não existe qualquer proibição oficial em relação ao uso de substâncias presentes nas unhas de gel.

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O setor de estética segue em plena expansão, impulsionado pelo interesse crescente de consumidores que buscam praticidade, durabilidade e novas formas de expressão pessoal.

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Entre os serviços mais populares nos salões, estão as técnicas de alongamento e decoração, que transformaram o cuidado com as mãos em um verdadeiro mercado de inovação e estilo.

Reprodução de instagram

O alongamento em gel continua entre os preferidos, justamente pela resistência e pelo aspecto natural que proporciona.

Reprodução do Youtube Canal Grazielle Matos

Ele cria uma superfície lisa, facilita a aplicação de esmaltes e garante acabamento uniforme.

- Reprodução do Youtube Canal Grazielle Matos

Já o alongamento em fibra de vidro conquistou espaço por sua leveza e flexibilidade, sendo considerado mais delicado e menos propenso a quebras.

Reprodução do Youtube Canal Nath Machado Nails

Outra técnica bastante difundida é a unha acrílica, que utiliza pó acrílico e líquido monômero para formar uma base sólida e duradoura.

Reprodução do Youtube Canal Simone Dutra nails

Nos últimos anos, as unhas de porcelana voltaram ao mercado, oferecendo alta durabilidade e acabamento sofisticado, enquanto as chamadas tips - extensões plásticas aplicadas sobre a unha natural - permanecem como uma opção prática e acessível para quem deseja comprimento imediato.

Reprodução do Youtube Canal Simone Dutra nails

Além dos alongamentos, os procedimentos de nail art se tornaram febre, com desenhos artísticos, aplicações em 3D, pedrarias e esmaltação em gel, que garante cor intensa por semanas.

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Os tratamentos voltados ao cuidado da saúde das unhas também vêm ganhando força. A blindagem é um dos mais requisitados, pois cria uma camada protetora de gel ou acrílico que reforça a unha natural, evitando descamação e quebras.

Reprodução do Instagram @camila_cnails

Já a esmaltação em gel, mesmo sem alongamento, conquistou adeptas por oferecer brilho duradouro e resistência muito superior ao esmalte tradicional.

Reprodução do @weheartit

Com uma clientela cada vez mais exigente, os salões brasileiros têm investido tanto em tecnologias quanto em capacitação profissional. As novidades incluem produtos hipoalergênicos, técnicas menos invasivas e atenção crescente à biossegurança.

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