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Scarlett Johansson se une a celebridades de Hollywood em campanha contra uso de IA; entenda


Diversas celebridades dos Estados Unidos lançaram uma campanha contra grandes empresas de inteligência artificial, acusadas de usar obras criativas sem autorização para treinar seus sistemas.

Por Flipar
Imagem Freepik

Entre os principais envolvidos estão nomes como Cate Blanchet e Scarlett Johansson.

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O caso de Johansson, aliás, foi um dos mais emblemáticos, ao ter sua voz — consagrada no filme “Ela”, de 2013 — supostamente copiada pela OpenAI para uma ferramenta chamada “Sky”.

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Em maio de 2024, a atriz acusou a empresa de violar seus direitos ao reproduzir um timbre idêntico sem permissão ou pagamento; após reação pública e ameaça de processo, a voz acabou sendo retirada do ChatGPT.

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Em 2025, Johansson se tornou a atriz mais rentável da história de Hollywood após o sucesso de “Jurassic World: Recomeço”. O filme arrecadou cerca de US$ 870 milhões no mundo todo.

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Nascida em 22 de novembro de 1984, em Nova York, Scarlett Ingrid Johansson é filha de um arquiteto dinamarquês e de uma produtora de cinema. Desde pequena demonstrou interesse por atuação e começou a fazer testes ainda na infância.

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Durante a adolescência, participou de filmes independentes e foi ganhando destaque por sua voz marcante e presença enigmática. Em 2003, conquistou fama internacional com “Encontros e Desencontros”, de Sofia Coppola.

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A década de 2000 consolidou sua carreira em Hollywood, com filmes como “A Moça com Brinco de Pérola”, “Vicky Cristina Barcelona” e “Match Point”, todos elogiados por suas performances.

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Johansson se tornou uma das favoritas dos diretores Woody Allen e Luc Besson. Versátil, transitou entre drama, ação, ficção científica e comédia romântica.

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Em 2010, Johansson estreou no universo da Marvel interpretando a Viúva Negra em “Homem de Ferro 2”. A personagem se tornaria uma das mais populares do MCU.

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Ela reprisou o papel em diversos filmes dos Vingadores, elevando seu status global como estrela de ação e ícone cultural. A personagem ganhou seu filme solo em 2021.

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Além dos blockbusters, Johansson também buscou papéis autorais, como o já mencionado “Ela”, de 2013, e “Sob a Pele”, elogiado por sua atuação minimalista e densa.

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Ela também se aventurou no teatro, vencendo um Tony por sua atuação na peça “A View from the Bridge”, exibida na Broadway em 2010.

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Fora das telas, Johansson é ativista por igualdade salarial e causas sociais, incluindo apoio à educação infantil e direitos das mulheres.

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Em 2020, casou-se com o comediante Colin Jost, com quem teve dois filhos. Sua vida pessoal é discreta, embora ocasionalmente comente sobre maternidade e equilíbrio entre carreira e família.

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Com “Jurassic World: Recomeço”, ela ultrapassou nomes como Robert Downey Jr. e Samuel L. Jackson em arrecadação total de bilheteria, com mais de 14,8 bilhões de dólares.

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Além de atriz, Johansson também se aventurou na música. Em 2008, seu álbum “Anywhere I Lay My Head”, com releituras de canções de Tom Waits, dividiu a crítica, mas chamou atenção pelo estilo experimental e produção sofisticada.

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Em 2009, lançou “Break Up”, em parceria com Pete Yorn, inspirado nos duetos dos anos 1960. Sua voz suave e melancólica contribuiu para o clima intimista do álbum, que teve boa recepção entre fãs alternativos.

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