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Reynaldo Gianecchini leva peça clássica italiana ao Rio de Janeiro


O ator Reynaldo Gianecchini voltou aos palcos ao lado de Maria Casadevall na peça “Um dia muito especial”, em cartaz no Teatro Claro Mais, no Rio de Janeiro. A montagem adapta o filme dirigido por Ettore Scola, lançado em 1977.

Por Flipar
Reprodução/Instagram@reynaldogianecchini

Em entrevista a “O Globo”, Gianecchini comentou o tema da obra e afirmou: “A cobrança imposta aos homens, de que eles têm de ser durões e viris, é tóxica”, destacando reflexões sobre empatia, solidão e intolerância.

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A trama se passa durante uma parada militar na Itália fascista e acompanha o encontro entre um radialista gay antifascista e uma dona de casa submetida às pressões do regime.

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A trajetória teatral de Gianecchini, inclusive, é longa e inclui trabalhos como “Boca de Ouro”, “Peça sobre o Bebê”, “Cruel”, “Brilho Eterno” e o musical “Priscilla, A Rainha do Deserto”, entre outros títulos.

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No cinema, em 2025, ele estrelou “Diminuta”, disponível na plataforma Belas Artes à La Carte, como Cristiano, um homem que retorna à Itália para superar uma crise pessoal e profissional.

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Ele também já atuou em filmes como “Avassaladoras”, “Primo Basílio”, “Entre Lençóis”, “Divã”, “Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar”, “Se Puder… Dirija!”, “S.O.S. Mulheres ao Mar” e “Uma Família Feliz”.

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Mais maduro, Reynaldo Cisoto Gianecchini Júnior, que nasceu em 12 de novembro de 1972, se considera menos dependente da aprovação externa e pretende priorizar projetos mais curtos, cinema e streaming.

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Desse modo, neste momento da carreira, não tem interesse em retornar às novelas, mas permanece aberto a propostas que realmente o motivem. Ainda assim, guarda carinho por sua trajetória na televisão, iniciada com “Laços de Família”.

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A novela completa 25 anos em 2025 e está disponível no Globoplay. Na trama exibida em 2000, interpretou Eduardo, um médico envolvido em triângulo amoroso com Helena, interpretada por Vera Fischer e Camila, vivida por Carolina Dieckmann.

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Depois disso, participou de “As Filhas da Mãe” como Ricardo, protagonizou “Esperança” como Toni e fez uma participação especial em “Mulheres Apaixonadas”.

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Em “Da Cor do Pecado”, interpretou os gêmeos Paco e Apolo. Paco se apaixona por Preta enquanto ainda é noivo de Bárbara e, após um acidente, é dado como morto, passando a assumir a identidade de Apolo, um lutador humilde que acaba desaparecendo.

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Em 2005, se destacou em “Belíssima” como Pascoal, um mecânico honesto que vive um romance com a sofisticada e divertida Safira, interpretada por Cláudia Raia.

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Em 2007, protagonizou “Sete Pecados” como Dante, um homem íntegro que se apaixona por Clarice, vivida por Giovanna Antonelli. Mais tarde, atuou na novela “Passione” como o vilão Frederico, cúmplice de Clara, papel de Mariana Ximenes.

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Na Globo, ainda participou de “Em Família”, “Verdades Secretas”, “A Lei do Amor” e “A Dona do Pedaço”, sua última novela na emissora, exibida em 2019.

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Seu contrato com a TV Globo terminou em 2021. Segundo o ator, a saída aconteceu de forma natural e alinhada ao desejo de assumir projetos próprios.

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Reynaldo Gianecchini integra o elenco da série brasileira Bom Dia, Verônica, da Netflix, nas temporadas 2 e 3, no papel de Matias Carneiro. O personagem é um dos principais antagonistas da história e atua como líder de uma organização criminosa.

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Na vida pessoal, foi casado com a atriz, jornalista e apresentadora Marília Gabriela de 1999 até 2006. A diferença de idade, ela 25 anos mais velha, foi alvo de comentários maldosos ao longo da relação.

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Em 2011, Gianecchini enfrentou um linfoma não Hodgkin. Ele havia sido internado inicialmente para tratar uma faringite crônica que provocou reação a antibióticos, mas exames detectaram um linfoma de células T angioimunoblástico.

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