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Mark Zuckerberg enfrenta processos e polêmicas envolvendo inteligência artificial


Mark Zuckerberg e Meta são alvos de uma ação judicial coletiva movida por diversas editoras e autores em Nova York por supostamente usar milhões de livros protegidos por direitos autorais no treinamento de inteligência artificial sem autorização. A companhia está sendo acusada de baixar obras de sites piratas e remover informações de copyright. O processo também aponta que o próprio Mark Zuckerberg participou diretamente das decisões e teria interrompido negociações de licenciamento para acelera

Por Flipar
wikimedia commons Anthony Quintano

A Meta também enfrenta outros processos relacionados à inteligência artificial. Por exemplo, a empresa já foi alvo de ações movidas por autores como Sarah Silverman. Além disso, a companhia também é alvo de críticas públicas relacionadas ao tema. Recentemente, autoridades da Califórnia acusaram a empresa de permitir que sistemas automatizados ajudassem na divulgação de anúncios fraudulentos no Facebook e Instagram. Também é alvo de críticas por demitir milhares de funcionários enquanto investem

divulgação/meta

Mesmo diante das polêmicas, a Meta pretende investir entre 125 bilhões e 145 bilhões de dólares em inteligência artificial em 2026. Inclusive, no primeiro semestre do ano, a companhia já anunciou o Incognito Chat, novo recurso que promete conversas com IA totalmente privadas. Segundo a empresa, o Incognito Chat não armazena mensagens após o fim da conversa e utiliza criptografia de ponta a ponta para proteger os dados dos usuários. Segundo Mark Zuckerberg, o recurso oferece mais privacidade do q

JD Lasica/Wikimedia Commons

Saiba mais, a seguir, sobre Mark Elliot Zuckerberg. Nascido no dia 14 de maio de 1984 em Nova York, nos Estados Unidos, ele é um programador de computadores e empresário conhecido, principalmente, por ser um dos criadores do Facebook e ser o CEO da Meta Platforms, Inc, empresa dona do Facebook, Instagram, WhatsApp e outras subsidiárias.

Wikimedia Commons / Jeff Sainlar, Meta

Desde criança, Mark Zuckerberg demonstrou interesse por computadores. aos 17 anos, num projeto escolar, o jovem prodígio criou um software capaz de rastrear as preferências musicais dos usuários online, que denominou “Synapse Media Player”. O Synapse chamou a atenção de diversas empresas. O garoto chegou a receber uma proposta milionária da Microsoft, que queria não apenas comprar o programa, como contratá-lo, mas Zuckerberg recusou todas as ofertas que teve.

Wikimedia Commons / Guillaume Paumier

Já jovem, aprendeu Programação Básica com o desenvolvedor de software David Newman e, depois, ingressou no Mercy College, onde se graduou em programação. Nessa época, criou o ZuckNet, programa que permitia a comunicação de todos os computadores da sua casa.

wikimedia commons JD Lasica

Em 2002, Mark Zuckerberg ingressou no curso de Ciências da Computação na Universidade de Harvard. Nessa época, ele e alguns colegas criaram um site chamado Facemash, no qual eram publicadas fotos de alunas, sem a devida autorização, para que outros votassem em quem era a mais bonita. Após o site ser descoberto, foi retirado do ar.

reprodução/instagram

Em 2004, após meses de desenvolvimento, Zuckerberg lançou o Facebook com apoio dos colegas de faculdade, Eduardo Saverin, Andrew McCollum, Dustin Moskovitz e Chris Hughes. Inicialmente restrita aos estudantes de Harvard, a plataforma rapidamente se expandiu para outras universidades do país. Ainda em 2004, durante o segundo ano da graduação, Zuckerberg deixou a universidade para se dedicar à rede social.

Divulgação

Então, Zuckerberg se mudou para a Califórnia. Rapidamente, o Facebook se tornou a maior rede social do mundo e ele transformou o Facebook em uma das empresas mais bem-sucedidas do mundo. Com isso, em 2008, aos 23 anos, ele entrou na lista da Forbes como o bilionário 'self-made', que construiu a própria fortuna, mais jovem da história.

wikimedia commons Anthony Quintano

Visando expandir os negócios, em 2012, Mark Zuckerberg comprou o Instagram por 1 bilhão de dólares. Em 2014, adquiriu o WhatsApp por 19 bilhões de dólares, e o aplicativo rapidamente se consolidou como um dos maiores serviços de mensagens para celular do mundo.

Tumisu por Pixabay

Em 2021, a empresa passou a se chamar Meta, nome inspirado no conceito de metaverso, área que Mark Zuckerberg pretendia transformar em prioridade da companhia. Porém, em 2023, Zuckerberg anunciou uma mudança de estratégia e direcionou os investimentos para a inteligência artificial. Segundo ele, o metaverso continua relevante, mas para um público mais específico.

Reprodução do Instagram @zuck

A criação do Facebook inspirou o filme “A Rede Social”, que retrata de forma ficcional a criação do Facebook e a ascensão de Mark Zuckerberg no setor de tecnologia. Apesar do sucesso e do reconhecimento da produção, Zuckerberg criticou a obra por distorcer suas motivações pessoais e sugerir que a criação da rede social teria relação com um término amoroso.

divulgação/columbia pictures