Aluno abre fogo, mata dois colegas e fere 4 em escola particular de Goiânia

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, dois adolescentes morreram e quatro ficaram feridos

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postado em 20/10/2017 12:49 / atualizado em 20/10/2017 17:53

Reprodução/Twitter

 
Um estudante de 14 anos atirou contra colegas de turma em uma escola particular em Goiânia, nesta sexta-feira (20/10), por volta de 12h. Os estudantes João Vitor Gomes e João Pedro Calembro foram baleados e morreram no local. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, outros quatro estudantes ficaram feridos. O atirador e as vítimas estariam no oitavo ano do Ensino Fundamental. 
 
 
Três feridos - duas meninas e um menino - foram encaminhados para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Segundo a unidade, os três se encontram em estado grave. Uma quarta vítima foi encaminhada para o Hospital de Acidentados de Goiânia e está internada, porém não corre risco de morte, segundo informações do hospital. Já o atirador foi detido pela Polícia Militar de Goiás e está está apreendido na Delegacia de Repressão e Apuração de Atos Infracionais. Segundo o jornal O Popular, o motivo para os disparos foi bullying.
 
Moradores da região afirmaram, nas redes sociais, que a rede de celular está fora do ar e, de acordo com o pai de um dos alunos, o garoto não tinha uma vítima específica e "entrou atirando aleatoriamente".  
 
O Correio procurou o colégio Goyases que, por sua vez, não quis se pronunciar por "não ter condições". As aulas na instituição foram suspensas.  
 
Uma moradora da região e ex-aluna do Goyases, Damares Soares, esteve no local após saber do tiroteio para ter notícias de amigos. "A situação era de assustar, pais correndo atrás de filhos, pessoas assustadas, helicóptero perto do colégio, polícia em todos os lugares", contou ao Correio

Mortes em creche de Janaúba

Na manhã do dia 5 de outubro, outro crime bárbaro envolvendo crianças chocou o pais. O vigia Damião Soares dos Santos, de 50 anos, colocou fogo na creche Gente Inocente, em Janaúba, no Norte de Minas Gerais. A tragédia resultou na morte de nove crianças, todas de 4 anos de idade, e da professora Heley de Abreu Silva Batista, de 43 anos, que tentou salvar os alunos no momento do ataque. Outras 21 pessoas ficaram feridas na ação. No momento em que o vigia jogou álcool e ateou fogo nas vítimas, a creche recebia 75 crianças e 17 funcionários que antecipavam a comemoração do Dia das Crianças.  
 
* Estagiários sob supervisão de Anderson Costolli
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Júlio
Júlio - 20 de Outubro às 17:36
Ouvi dizer que isso tudo se deu por causa de bullying. Essa maldita prática sempre existiu no meio escolar, eu mesmo fui vítima desse lixo que pode trazer consequências para o resto da vida das pessoas. Engraçado que muitos pais, professores e diretores simplesmente fecham os olhos para isso, não vejo muita discussão nas escolas sobre o problema e,quando chega o limite de quem sofre uma agressão imbecil dessas, acaba acontecendo uma tragédia, como foi a que estamos vendo agora.