Organizadores estão sempre atentos para garantir sucesso dos blocos

Todos têm ali do lado, em cima do trio ou lá de longe, alguém de olho em tudo para garantir a animação de forma segura

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postado em 07/02/2016 08:13

Gustavo Moreno/CB/D.A Press


Enquanto os foliões se aprontam, arrumam os últimos detalhes das fantasias e caem na festa, uma galera está por trás das cortinas para fazer o evento acontecer. São organizadores, coordenadores e produtores dos blocos de rua, sempre atentos aos contratempos antes, durante e após a festa. Todos têm ali do lado, em cima do trio ou lá de longe, alguém de olho em tudo para garantir que o tão esperado dia de ocupar os espaços públicos com alergia e fantasia seja um sucesso.

Um dos principais blocos de ontem foi o Babydoll de Nylon. Rosely Yousef, responsável pela produção, ainda se maquiava quando os primeiros foliões começaram a chegar. Uma purpurina dali, um batom da cá, e, entre uma coisa e outra, um último toque na produção, mas nada de correria. Todo o processo começou há 30 dias, foi intensificado na semana passada e finalizado ontem pela manhã. E essa organização é estratégica. Com as principais questões resolvidas com antecedência, sobra tempo para curtir. Para tirar foto e cumprimentar os amigos. “A gente vem de manhã, conversa com as equipes envolvidas, cada um fica responsável por uma área e a festa acontece, sem correria e sem problema na hora do evento, porque o momento da correria já passou”, explica Rosely.

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Planejamento
Um dos blocos mais tradicionais da cidade, o Galinho de Brasília começou a pensar no carnaval ainda em setembro. Entretanto, a organização mesmo só começou há pouco mais de 15 dias. Foi preciso deixar tudo de lado para resolver as coisas até ontem, primeiro dia de festa do bloco inspirado na folia pernambucana. Com tanta coisa para acertar, boa parte ficou para cima da hora. Um dos problemas foi com a autorização para desfilar. A organização correu para conseguir o alvará, mas isso não evitou que o bloco saísse com quatro horas de atraso. “Providenciamos tudo nos últimos dias. Fantasia, orquestra, corda para o trio. Larguei meu negócio, um curso de inglês, e deixei minha mulher tomando conta. É o Galinho, não é? Vale a pena”, disse o fundador do bloco, Rominldo de Carvalho.

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