Diferença entre leasing, empréstimo e financiamento

Entenda melhor as transações financeiras de crédito bancário. Saiba a diferença entre empréstimo, financiamento e leasing.

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postado em 24/10/2017 15:05 / atualizado em 24/10/2017 15:15

 

Abrir um negócio ou fechar o ano com saldo positivo são duas tarefas que costumam pedir uma graninha extra para acontecerem. A solução mais indicada é ir ao banco e pedir dinheiro emprestado, mas são tantas opções e tantas formas diferentes que acaba ficando confuso. Uma das principais dúvidas na hora de pesquisar sobre o assunto é a diferença entre empréstimo, financiamento e leasing. Então, para facilitar um pouco a sua pesquisa e dar um norte, entenda abaixo a diferença entre os três tipos de transação:

 

Empréstimo é quando o cliente recebe uma quantia da instituição financeira, o banco, e tem o compromisso de devolvê-la integralmente em um determinado prazo, acrescida de juros previamente combinados. Esse recurso não precisa ter uma destinação específica. O cliente pode utilizar o valor da forma que bem entender. Geralmente ocorre um processo chamado análise de crédito, em que são feitas avaliações sobre o perfil do cliente (entenda aqui como isso funciona). Por ter pouca burocracia, geralmente é utilizado para resolver problemas financeiros, mas costuma sair mais caro que as outras modalidades.

 

O financiamento funciona da mesma forma, porém é voltado para uma destinação específica, como a compra de um imóvel ou de um veículo. O valor costuma nem passar pelas mãos do cliente e ir direto para as mãos do fornecedor. Para isso, ele necessita de uma garantia maior a respeito do serviço, ou seja, existe mais burocracia, a quantidade de documentos exigidos é maior e demora um pouco mais para ser analisado e aprovado. Em alguns casos, é cobrada até mesmo uma garantia real, como um bem no valor da transação. No entanto, as taxas costumam ser menores.

 

O leasing funciona como uma espécie de aluguel para determinado produto: veículos por exemplo, em que a instituição financeira compra o produto de interesse e você paga certa quantia pelo direito de usar aquele bem por um determinado período de tempo. Ao acabar o prazo, pode optar por adquirir o bem ou renovar o contrato.  As taxas são bem parecidas com as de financiamento, por isso essa prática tem caído em desuso. 

 

As duas últimas opções vinculam os bens em questão aos contratos de pagamento, então eles funcionam, automaticamente, como uma forma de garantia da transação. Já no caso dos empréstimos, pode ou não haver garantias associadas aumentando o grau de risco para a instituição, pois se você não paga as parcelas, o banco pode sair no prejuízo. Por isso, as taxas mais elevadas funcionam como uma compensação: quando mais pessoas com perfil semelhante ao seu deixam de pagar suas dívidas, mais caros serão os juros. Caso você esteja interessado em um empréstimo, mas não quer se submeter a juros altos, clica aqui e saiba mais sobre linhas de crédito.  

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