Cidades

Primeira vítima desapareceu uma semana após suposto assassino sair da prisão

postado em 11/04/2010 13:29
O chefe do Departamento Judiciário da Polícia Civil de Goiás, Josuemar Vaz de Oliveira, e o delegado regional de combate ao crime organizado da Polícia Federal do DF, Wesley Almeida, negaram que Admar de Jesus, 40 anos, teria sido encontrado por meio de rastreamento de um celular que pertencia a um dos meninos desaparecidos em Luziânia. [SAIBAMAIS]Segundo eles, a polícia chegou até o suposto assassino por cruzamento de dados e informações. Eles procuravam pessoas que tinham histórico de crimes semelhantes. Admar já havia sido condenado em Brasília por crime sexual contra menor de idade e foi libertado em 23 de dezembro do ano passado. O primeiro dos seis desaparecimentos de jovens do Parque Estrela Dalva ocorreu em 31 de dezembro. Os dois delegados confirmam que Admar tem problema mental, mas é bem articulado. De acordo com a polícia, o acusado atraía os jovens com oferta de trabalho, convencendo-os de que eles iriam trabalhar como pedreiros. Ainda de acordo com os dois delegados, a prisão do suposto assassino dos adolescentes de Luziânia e a localização dos corpos das vítimas são resultado do trabalho conjunto entre Polícia Civil e Polícia Federal. Os dois estiveram presentes na manhã deste domingo (11/4) em Luziânia, na Fazenda do Buracão, onde seis corpos foram localizados, a 2 km da entrada da cidade. Segundo os delegados, o resultado das investigações não foi o que a polícia queria, que era encontrar os jovens desaparecidos com vida.

Tags

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação