Defesa de Adriana Villela apresenta laudo e questiona trabalho da PCDF

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postado em 17/02/2012 13:17 / atualizado em 17/02/2012 20:55

Kelly Almeida

A defesa da arquiteta Adriana Villela apresentou nesta sexta-feira (17/2), durante a nona audiência de instrução do triplo homicídio da 113 Sul, um laudo do Instituto de Criminalística (IC), que questiona o resultado elaborado pelo Instituto de Identificação (II), em 2010, em que teria sido encontrada a palmar da filha do casal assassinado em um dos armários da casa.

O documento, preparado a pedido do juiz Fábio Francisco Esteves, descarta impressões decorrentes de toques inadequados, conforme havia sido elaborado pelo Instituto de Identificação. Mas, ainda segundo a conclusão do IC, não há como determinar como a impressão palmar foi depositada na cena do crime, isto é, se foi apenas um leve toque, se a pessoa se apoiou no armário, se suava excessivamente, se tinha acabado de lavar as mãos ou se manipulou algum objeto contaminado por outras substâncias.

Na conclusão dos peritos, o resultado do II não possui sustentação técnico-científica capaz de determinar a idade da impressão que teria sido colhida no apartamento onde aconteceu o crime.

A defesa da arquiteta alega ainda que essa impressão encontrada não seria do armário da casa, mas sim da guarita do prédio onde os pais dela moravam. Os advogados disseram também que localizaram emails repassados por Adriana Villela às 21h17 do dia do crime e ela estaria em casa e não na cena do crime, como aponta a acusação.