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Conselho recomenda volta do professor que usou música gay em aula

Publicação: 30/08/2012 14:48 Atualização: 30/08/2012 15:23

O Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos considerou uma violação aos direitos humanos o caso do professor que teve o contrato temporário rescindido por utilizar uma música com aborgadem homossexual em sala de aula. A decisão foi publicada nessa quarta-feira (30/8) no Diário Oficial.

No fim de 2008, o ex-professor do Centro Interescolar de Línguas de Brazlândia, Márcio Barrios, sugeriu a tradução da música I kissed a girl (eu beijei uma garota), da cantora americana Katy Perry, como parte de um exercício com alunos entre 12 e 14 anos da rede pública. A diretoria vetou, alegando que o conteúdo era impróprio, pois tratava de homossexualismo e incitação ao consumo de bebidas alcoólicas.

Mesmo assim, o professor trabalhou a letra com os estudante. Denunciado pela escola, Márcio teve o contrato temporário rescindido por intransigência.

Na época, Márcio explicou ao Correio o ocorrido. “A música tinha os verbos no passado, conteúdo que eu estava trabalhando. Em momento algum fiz apologia ao homossexualismo ou ao consumo de bebidas alcoólicas”, defendeu.

Ele acusou a Secretaria de Educação de preconceito e perseguição. Márcio fica impedido de se inscrever em concursos para temporários durante dois anos.

Nessa quarta-feira (30/8), quase quatro anos após o ocorrido, o Conselho publicou no Diário Oficial do Distrito Federal, que recomenda o retorno do professor Márcio Barrios para as atividades laborais.

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Além disso, foi recomendado a abertura de um processo administrativo para verificar conduta dos integrantes da direção envolvidos e que esses sejam matriculados em cursos que trabalhem a temática em questão (homossexualismo).

A Secretaria de Educação informou que vai abrir processo administrativo para apurar o caso, mas que o professor só pode voltar a dar aula após passar por novo processo seletivo.
Tags: celular

Esta matéria tem: (15) comentários

Autor: Andrea Souza
I kissed a girl não é uma música gay... é uma música pop que fala de uma garota que tem namorado e beijou uma menina em uma festa. Tanto estardalhaço pra nada. | Denuncie |

Autor: Adriano Duarte
Violação dos Direitos Humanos é ensinar pra nossos filhos o que não queremos -de jeito nenhum- que eles aprendam. Cada um tem livre arbítrio. Porém é lamentável que fiquem tentando influenciar nossas crianças. | Denuncie |

Autor: José Oliveira
Realmente o ditado é certo: "Se conselho fosse bom ninguém dava de graça". Esse conselho aí, nem pagando eu quero. Essa "recomendação" desse tal de CDPDDH não quer dizer nada. Qual a competência desse conselho, e outra, quais as qualificações do senhor Michel Platini? Esse é o desgoverno do DF. | Denuncie |

Autor: Maria do Socorro Fernandes
O próximo passo dessa turma é obrigar as nossas crianças a assistirem um filme do kit gay, e depois chamar de homofóbicos os que protestarem. Depois eles ainda chamam os discordantes de intolerantes! Têm que ser combatidos com veemência. Isso é coisa de ideólogo esquerdopata! | Denuncie |

Autor: roni wisley
Shirley ; caberá ao pai decidir o que o aluno aprende! Kkkkkk Que pais vc vive? O professor é quem escolhe o seu metodo de ensino. Escolha outra lorota pra sua homofobia. | Denuncie |

Autor: Maria do Socorro Fernandes
Vale lembrar que o presidente do Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, é ligado ao mesmo segmento do professor em questão. Para eles tudo é homofobia. E, é por isso que aberrações como o PLC 122 têm que ser combatidos. O cara não obedece regras, é demitido, foi homofobia... | Denuncie |

Autor: almir soares soares
O Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos,deveria cuidar de coisas relevantes,porém só defende casos de homofobia,drogas,prostituição...Também com o Michel platini presidindo,só pode dar nisso. | Denuncie |

Autor: Rogério Galhardi
Roger e Sergio, não é porque uma ordem ilegal é emanada que deve ser cumprida. Veja a Lei 8.112/90. Ele estaria errado, isso, sim, se não relatasse o fato a autoridade superior. Vamos devagar, gente! Já temos muito preconceito e discriminação por aí!!! | Denuncie |

Autor: Roger so
"A diretoria vetou, alegando que o conteúdo era impróprio..." A diretoria havia vetado e ponto final. O tal professor insistiu pq queria arrumar confusão mesmo e arrumou. Deviam/devem existir milhares de outras músicas com "verbo no passado"... usou essa música de forma errada. | Denuncie |

Autor: sergio souza
Na realidade, ele foi afastado por desobediência e não por homofobia. A diretora vetou a utilização da música e ele desobedeceu a sua superior.Não deve ser um bom profissional ao final das contas! | Denuncie |

Autor: RICARDO COSTA
acho lovavel a volta do professor.devemos sim colocar assuntos relacionados a esse tema nas escolas .porque so assim viveremos em uma sociedade aonde pessoas poderam respeitar o seu semelhante. não se importando com cor raça, orientação sexual ou outros tipos de preconceito. | Denuncie |

Autor: SHIRLEY machado fonseca
Nesse caso, cabe ao pai do aluno decidir o que deverá ou não ser ensinado ao seu filho, e não ao tal Conselho, até porque nenhum direito humano foi ofendido. A pressão desse conselho é parte da apologia ao homossexualismo que estamos vivendo, e à qual saberemos reagir. Acorda, Brasil!!! | Denuncie |

Autor: Augusto Ribeiro
Hehehe, hoje o Tim Maia seria preso por cantar Vale tudo: "...só não vale dançar homem com homem e nem mulher com mulher..." Hahahahha, o mundo está no fim! | Denuncie |

Autor: PEDRO FREITAS
como pode isso meu!!! se meu filho estudasse la eu o processaria,e retiraria meu filho desta escola imediatamente.HOJE PARA SERMOS RESPEITADOS PELA JUSTIÇA TEMOS QUE SER,NEGRO,OU HOMOSEXUAL,OU UM MENOR ASSASSINO. | Denuncie |

Autor: Paulo Castro
Pura hipocrisia e ignorancia. Se fosse assim, a diretora deveria tambem pedir que a musica nao fosse tocada nas radios, tv e etc. Como uma criatura com essa visao restrita do mundo pode ser diretora de alguma coisa? | Denuncie |

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