Conheça os parquinhos de areia da cidade, em nosso mapa interativo

Nestas férias, uma alternativa para a garotada é se divertir nos espaços infantis localizados em quatro áreas verdes urbanas no DF. Quadras esportivas, casinhas de madeira, escorregador e balanços estão à disposição, mas É preciso ficar atento a brinquedos quebrados ou em reforma

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.

postado em 09/07/2013 06:00 / atualizado em 08/07/2013 22:14

Diversão gratuita e ao ar livre para o período de recesso escolar. Pelo menos quatro parques urbanos do Distrito Federal, espalhados em diferentes regiões administrativas, têm parquinhos com o que a criançada mais gosta: escorregador, balanço e casinhas de madeira. Alguns tornaram-se uma espécie de ponto turístico e patrimônio da capital, como o Ana Lídia, no Parque da Cidade.


Visualizar Os eternos parquinhos de areia em um mapa maior


Eternizado na memória do brasiliense, o foguete sustenta o posto de brinquedo preferido de gerações. Pais que frequentaram o local há décadas, hoje, levam os filhos para conhecerem a máquina espacial — tão real e gigante na visão dos pequenos. Uma revitalização em andamento promete trazer as cores das estruturas metálicas do Ana Lídia de volta para a alegria de novos e antigos admiradores.

O Taguaparque e o Parque Ecológico de Águas Claras são opções para os moradores das regiões próximas. Como alternativas à área verde central de Brasília, tornaram-se espaços de lazer de centenas de famílias nos fins de semana. Durante as férias, o movimento aumenta. De segunda-feira a domingo, as crianças tomam conta do lugar. Além dos parquinhos, as quadras de esporte viram local de disputa de meninos e meninas.

No Olhos D’Água, no fim da Asa Norte, o lago, as trilhas ecológicas e os brinquedos rústicos são o diferencial. Por ser menor (a pista de cooper tem 2km), os pais podem caminhar e manter os filhos por perto. O Correio visitou os quatro principais parques do DF abertos ao público e conversou com frequentadores para saber o que eles têm de interessante e avaliar a infraestrutura. Parece que, em meio ao caos da região de 2,5 milhões de habitantes, a tradição de brincar na caixinha de areia sobreviveu.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
a responsabilidade é do autor da mensagem.