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Prática da acupuntura completa 25 anos na rede pública do Distrito Federal

Muitos pacientes avaliam a técnica milenar chinesa como milagrosa e comemoram os resultados

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postado em 16/02/2014 07:10 / atualizado em 15/02/2014 23:01

Ariadne Sakkis

Janine Moraes/CB/D.A Press


Cura a dor, a inflamação, a lesão muscular e a neurológica. Ajuda no estresse, no humor, no sono e no relaxamento. A acupuntura pode ser o tratamento principal ou um coadjuvante de peso em uma lista imensurável de problemas de saúde. Há 25 anos, a especialidade integra o sistema público de saúde do Distrito Federal. A cada ano, estima-se que 20 mil pessoas sejam beneficiadas. A estrutura é considerada a melhor do país dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).

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A prática foi integrada à assistência pública brasileira em 1988. Um ano depois, a Secretaria de Saúde do DF a normatizou na rede. Inicialmente, não havia vagas específicas para acupunturiatras, os médicos especializados em acupuntura. O atendimento ficava por conta de doutores que também tinham conhecimentos na técnica, mas atuavam em outras áreas da medicina. O primeiro concurso só aconteceu em 2002. Hoje, o quadro é formado por 21 acupunturiatras distribuídos em 13 unidades de saúde.

A coordenação da área na rede é de Fernando Genschow. Com paixão e entusiasmo, ele defende as vantagens clínicas da iniciativa, bem como a desmistificação dela, inventada na China há milênios. “Não é energia, mística. É ciência, medicina que vem sendo aperfeiçoada desde a sua descoberta”, explica. Genschow faz questão de ressaltar que, por se tratar de uma prática invasiva, é imprescindível que seja conduzida por médicos. “A aplicação das agulhas é apenas uma parte da acupuntura. Antes, fazemos o diagnóstico do paciente e exames físicos e neurológicos. Temos de conhecer a anatomia em detalhes, onde estão as terminações nervosas que devemos estimular. Um leigo não tem esse conhecimento.”

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