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Quem são os homens responsáveis pela segurança dos chefes de Estados no DF?

O delegado Luiz Dórea coordena o Centro de Cooperação Policial Internacional, que, nesta Copa, recebeu 205 agentes de 37 países

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postado em 22/06/2014 06:02 / atualizado em 23/06/2014 20:46

Saulo Araújo , Lucas Fadul


José Cruz/Agência Brasil


De terno e gravata, eles passam praticamente despercebidos em meio à multidão. Responsáveis pela segurança de dezenas de chefes de Estado que desembarcam em Brasília desde o início da Copa do Mundo, cerca de 100 homens da Polícia Federal são a sombra de presidentes, príncipes e sheiks durante o torneio. Autoridades de várias partes do globo vão passar pela cidade até o fim do evento, em 13 de julho e, muitas vezes, ficam expostas ao público.

Em dia de jogo, enquanto a massa se concentra nas partidas, agentes e delegados da Coordenação Regional de Grandes Eventos (CRGE) se mantêm atentos a qualquer tipo de ameaça. “Se acontecer qualquer incidente, a nossa função é retirar imediatamente a autoridade de perto do problema e levá-la para um lugar seguro. Outro núcleo fica responsável por investigar o ato e, eventualmente, prender suspeitos”, explicou o coordenador adjunto do CRGE, delegado Jackson Rosales Allanic.

A estratégia para manter a segurança das autoridades começa bem antes do desembarque delas na cidade. A Polícia Federal comprou seis carros blindados para o transporte dos líderes de diversos países. A corporação ainda teve o cuidado de planejar rotas alternativas em caso de suspeitas de atentados ou mesmo manifestações que deixem o trânsito lento.

O trabalho inclui revista minuciosa do veículo, no qual será transportada a autoridade e de todos os outros que farão escolta. O objetivo é descartar a presença de artefatos explosivos. Até os quartos onde as lideranças ficarão hospedadas são inspecionados pelos federais. Colchões, sofás, tapetes, persianas e móveis. Tudo passa por uma criteriosa avaliação. Além de neutralizar possíveis ataques, o exame visa evitar a instalação de escutas.

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