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Em um ano, dobram os crimes contra o patrimônio no Distrito Federal

De acordo com o levantamento, os assaltos com violência ocorrem mais vezes entre segunda-feira e quarta-feira

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postado em 12/10/2016 07:00

Os moradores da capital sofrem com o aumento no número de crimes contra o patrimônio. O índice mais do que dobrou em setembro, em relação ao mesmo período de 2015. Neste mês, a Polícia Civil registrou 5.070 ocorrências da modalidade, contra 2.204 no ano passado. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social. Técnicos da pasta justificaram o crescimento nas estatísticas com a greve de policiais civis em setembro de 2015, quando as delegacias ficaram fechadas e impediram o registro de ocorrências. Dessa forma, na análise desse mês, o ano anterior contaria, apenas, com 10 dias. Os dados foram divulgados ontem (veja Insegurança).

No total, 75,4% dos roubos cometidos foram contra pedestres, seguidos por roubo a veículos, com 37,1%. De acordo com o levantamento, os assaltos com violência ocorrem mais vezes entre segunda-feira e quarta-feira. As cidades com mais casos são: Ceilândia, Samambaia, Taguatinga, Brasília, Planaltina, Santa Maria, São Sebastião e Estrutural. Na metade de setembro, uma moradora e três funcionários ficaram reféns de um criminoso e dois adolescentes no Setor de Mansões do Lago Norte. O grupo invadiu a casa por volta das 15h. Vizinhos viram a situação e chamaram a Polícia Militar. O trio foi detido.

Os dados da Secretaria de Segurança também mostram que o total de homicídios teve queda em relação a 2015. Até setembro do ano passado, 443 pessoas morreram assassinadas no DF. A maioria dos crimes foi cometido por jovens entre 16 e 24 anos. Janeiro deste ano registrou a maior quantidade desse tipo de crime, contabilizando 74 mortes.

Jovens

Outro ponto abordado no balanço da criminalidade foi a atuação da Polícia Militar. Do início do ano até 30 de setembro, a PM atendeu 190 mil ocorrências. Desse total, 26,9 mil pessoas foram detidas. Além disso, a corporação apreendeu 1,9 mil armas de fogo. Segundo o comandante-geral da Polícia Militar, Marcos Antônio Nunes de Oliveira, eventos como Olimpíadas e a votação do impeachment impactaram diretamente no trabalho ostensivo. “Esses dias atípicos na capital exigiram uma atuação maior da PM. Somente após o Sete de Setembro conseguimos relaxar relativamente”, afirmou.

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CONSTANTINO
CONSTANTINO - 12 de Outubro às 14:13
REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL PARA 14 OU 12 ANOS JÁ!!!!!!!! OU VAI SER PRECISO UM VAGABUNDO MENOR DE IDADE FAZER UMA MALDADE COM FILHA DE UM DEPUTADO SENADOR OU MINISTRO. REDUÇÃO JÁ ! E PAPUDA NELLES

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