SIGA O
Correio Braziliense

publicidade

Contra adiamento de reajuste, servidores protestam na Praça do Buriti

O anúncio do adiamento do repasse foi feito em coletiva de imprensa na manhã desta sexta. Rollemberg afirmou que o pagamento dos benefícios poderia "quebrar Brasília"

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.

postado em 14/10/2016 10:00 / atualizado em 14/10/2016 11:55

Em resposta ao anúncio do governador Rodrigo Rollemberg que não será possível pagar o reajuste dos servidores do GDF, trabalhadores e representantes da categoria farão um protesto na Praça do Buriti, no início da tarde desta sexta-feira (14/10). Manifestantes devem se reunir no local por volta de 14h30. Paralelamente, sindicalistas serão recebidos por uma equipe do governo.

Leia mais notícias em Cidades

O anúncio do adiamento do repasse do reajuste dos servidores foi feito em coletiva de imprensa na manhã desta sexta. O governador Rodrigo Rollemberg afirmou que o pagamento dos benefícios poderia “quebrar” Brasília. O chefe do Executivo garantiu que, caso repassasse o aumento agora, os vencimentos do funcionalismo público iriam atrasar já em novembro.

“Tenho convicção de que os servidores preferem a segurança de ter o salário em dia. Se pagássemos o aumento agora, já no primeiro mês não teríamos condições de pagar o salário em dia”, explicou o governador. “Salário em dia é a segurança das famílias”, acrescentou. O reajuste custaria aos cofres públicos de R$120 milhões ao mês.

“Temos duas opções: pagamos os salários em dia ou damos o aumento e teremos que atrasar ou escalonar pagamento do salário, como outras unidades da Federação estão fazendo. Não vou quebrar Brasília, não vou ficar conhecido como o governador que quebrou Brasília”, justificou o governador.

Rollemberg relembrou que, atualmente, a dívida do governo é de R$ 1,4 bilhão. Ressaltou, também, a necessidade do GDF de arrecadar R$ 900 milhões para atingir o fluxo financeiro necessário até o fim de 2016. Participam do anúncio, além do governador, a procuradora-geral, Paola Aires; o secretário da Casa Civil, Sérgio Sampaio; a secretária de Planejamento, Orçamento e Finanças, Leany Lemos; e o secretário de Fazenda, João Fleury.

publicidade

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
a responsabilidade é do autor da mensagem.

publicidade