Especialistas e líderes da indústria discutem a "educação do futuro"

Esse foi o tema do seminário promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) durante a 9ª Olimpíada do Conhecimento

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.

postado em 12/11/2016 08:00



Especialistas e líderes da indústria do Brasil e do exterior se reuniram na manhã de ontem para discutir os caminhos para a educação do futuro. Esse foi o tema do seminário promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) durante a 9ª Olimpíada do Conhecimento. Os participantes dos três painéis falaram sobre os desafios para o aumento da produtividade no país e o papel do sistema de ensino nesse processo, bem como para garantir o desenvolvimento de competências necessárias ao trabalhador da chamada indústria 4.0 — que promove a integração digital das diferentes etapas da cadeia de valor dos produtos industriais, do desenvolvimento até o uso.

“Os índices de produtividade do país são baixos e estão estagnados há muito tempo. Isso é consequência de um sistema educacional de má qualidade e de uma absorção muito baixa de jovens na educação profissional”, comentou o diretor de Educação e Tecnologia da CNI, Rafael Lucchesi, resumindo a importância de se debater o tema. O presidente da confederação, Robson Braga de Andrade, fez a abertura oficial do seminário.

No primeiro painel, os debatedores discutiram a educação profissional como estratégia para o aumento da produtividade e o crescimento do país. Fernando Vargas, do Centro Interamericano para o Desenvolvimento do Conhecimento na Formação Profissional da Organização Internacional do Trabalho (Cinterfor/OIT), destacou que o Brasil precisa, além de investimentos na infraestrutura, de melhores níveis de educação, o que ele considera o pilar para o desenvolvimento e a produtividade. A sugestão do especialista é que as empresas também se tornem espaços de aprendizagem.

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
a responsabilidade é do autor da mensagem.
 
Lara
Lara - 12 de Novembro às 10:08
As empresas já estão se articulando é para ocupar espaço em uma educação totalmente privada, uma vez que o governo pretende parar de investir na educação pública. Que o nível de nossa educação é de baixa qualidade ninguém discute, agora é fato que em nenhum país do mundo tem alcançado níveis de produtividade além dos 2%, principalmente países de primeiro mundo, com todo investimento em educação que ai se faz . Essa preocupação tardia, haja vista o Brasil ter sido o único a superar esses 2% de produtividade, estando agora estagnado também, pode parecer cheia de boas intenções para os desavisados, mas é pura conversa para boi dormir para os atentos.