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Correio Braziliense

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Média mensal de mortes nas pistas do DF sobe 10% em relação ao ano passado

As 294 fatalidades registradas até setembro também elevaram a taxa de óbitos por 10 mil veículos, índice em queda havia nove anos

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postado em 16/11/2016 06:00 / atualizado em 16/11/2016 08:05

Adriana Bernardes , Gláucia Chaves

O brasiliense e as autoridades de trânsito estão prestes a perder a batalha pela redução das tragédias de trânsito neste ano. A média mensal de fatalidades está 10,7% maior do que a registrada no ano passado, quando o Distrito Federal teve o menor número de vítimas em 16 anos: 354 mortos. O aumento é ainda mais preocupante porque também elevou um índice importante, interrompendo um período de nove anos consecutivos de queda: o de óbitos por 10 mil veículos. Em 2015, ele ficou em 2,2. Em 2016, está em 2,3.

Entre janeiro e setembro deste ano, 294 pessoas perderam a vida em 270 acidentes. A análise detalhada das estatísticas do Departamento de Trânsito (Detran) vai além. Em um único mês, maio, 48 morreram. Foi o pior maio dos últimos 16 anos. Em junho, houve outro salto comparado à média histórica para o período: 40 fatalidades.

Os dados mais recentes são de setembro e também não são animadores: 36 morreram, a maioria — 25 — em rodovias distritais e federais.


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O levantamento mais recente das tragédias nas vias revela ainda que, em 39% das mortes ocorridas no DF em setembro, um dos veículos envolvidos era a motocicleta. Teve colisão frontal entre duas motos, batida com ônibus e com carro e choque com objeto fixo. Nas vias urbanas, os registros mais comuns foram os atropelamentos de pedestres. Adson Jivago Viana Stemler, 47 anos, entrou para a estatística de vítimas de acidentes com moto na capital federal por volta das 23h da última sexta-feira. A motocicleta pilotada por ele colidiu com um caminhão que transportava ovos na DF-001, próximo à reserva ambiental do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Divino Francisco de Souza, o motorista do caminhão, não sofreu nenhum ferimento. Wilson de Souza Mendes, tenente do Corpo de Bombeiros, foi um dos primeiros a chegar ao local do acidente. Os dois eram amigos de infância.

Arte/CB/DA Press


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Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
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Jussara
Jussara - 17 de Novembro às 17:22
Sério?! Achei que com a nova lei dos faróis de dia iria diminui =/ Ah! Já sei com as multas mais caras, aí sim não teremos mais esse índice elevado! ... Aff..
 
Marcus
Marcus - 16 de Novembro às 14:17
Com a absoluta certeza,no DF 90% dos habilitados,nunca deveriam dirigir.Gente mal educada.Desrespeitam as leis,falam ao celular,trafegam lentamente na faixa da esquerda.É o pior lugar para dirigir.
 
João
João - 16 de Novembro às 10:05
Não é preciso ser especialista em trânsito p/ saber que a vilã da causa dos acidentes é o excesso de velocidade. Nas ruas, muitos condutores trafegam em altíssima velocidade entre os pardais. Cadê os famigerados radares móveis que fizeram tanto alarde; que os mesmos captavam a placa do veículos a kms de distância, que tem visão noturna, que isso e aquilo??? Há muita fiscalização p/ saber se o IPVA está em dia. Mas e a fiscalização no tocante ao excesso de velocidade, cadê??
 
Alvaro
Alvaro - 16 de Novembro às 07:16
Falta fiscalização, isso de pardal fiscalizar não resolve! Tem que colocar mais agentes nas ruas . Os agentes nas pistas inibem mais que os pardais, que hoje em dia, estão mais para andorinhas!

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