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Ocupações podem adiar eleição para DCE na Universidade de Brasília

Marcado para a próxima semana, pleito pode ser realizado apenas em 2017; data de votação será decretada nesta sexta-feira

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postado em 17/11/2016 06:00 / atualizado em 17/11/2016 16:05

Ana Viriato , Priscila Botelho

Marcelo Ferreira/CB/D.A Press


O impasse entre alunos contrários e favoráveis à ocupação da Universidade de Brasília (UnB) pode provocar o adiamento da eleição do Diretório Central de Estudantes (DCE) Honestino Guimarães, prevista para 23 e 24 de novembro. A data de votação será decretada nesta sexta-feira (18/11), em reunião do Conselho de Entidades de Base (CEB). O embate entre os grupos, entretanto, vai além do pleito. Em redes sociais, apoiadores e oposicionistas trocam farpas e impulsionam a discussão sobre o movimento.

 

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O Conselho de Entidades, integrado por todos os Centros Acadêmicos (CAs) da universidade, promoveu, ontem, reunião para determinar a data da eleição do DCE. No entanto, o tumulto causado por um grupo que adentrou o anfiteatro do Instituto Central de Ciências (ICC) acarretou o atraso dos debates. Por isso, a deliberação foi adiada para as 18h de amanhã. A prorrogação da escolha do comando do diretório, disputado pelas chapas Aliança pela Liberdade e Todas as Vozes, dependerá do aval de dois terços dos presentes na reunião promovida pelo CEB. Caso o adiamento seja aprovado, as eleições ocorrerão apenas em 2017. Até lá, o DCE está sob o comando da Comissão Eleitoral.

O assunto divide as opiniões das chapas concorrentes. O coordenador de campanha da chapa Aliança pela Liberdade, Vitor Líntomen, afirma que o adiamento prejudicará os estudantes da universidade. “Algumas atividades coordenadas pelo DCE, como a instauração de campeonatos esportivos, a busca pela oferta dos cursos de verão e a organização da recepção aos calouros, serão afetadas. Além disso, as mesmas forças que lideram a ocupação, querem adiar as eleições. Isso é bastante negativo”, opina. O representante ressaltou, ainda, a possível defasagem do mandato. “O vencedor ficará fora do cargo por cinco meses, isso corresponde a cerca de 40% do tempo de exercício, o que prejudicará a todos.”

 

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Leonardo
Leonardo - 20 de Novembro às 04:11
E impressionante que ninguém a jubilado desse buraco tem gente em graduação de 6 anos estudando a 15 e paralisando a instituição !

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