PSol lançará candidato próprio a governador do Distrito Federal

O partido estuda o formato da prévia que definirá o candidato ao GDF em 2018 pelo PSol - se aberta ao público ou restrita a filiados. Toninho e Maninha devem ficar de fora da disputa, pois pretendem concorrer aos cargos de deputado distrital e federal, respectivamente

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postado em 12/07/2017 06:00 / atualizado em 12/07/2017 16:21

Antonio Cunha/CB/D.A Press
O time dos pré-candidatos ao Palácio do Buriti aumentará em breve. A Executiva Regional do PSol anunciou, ontem, que o partido vai lançar um concorrente próprio ao cargo. Agora, a legenda estuda o formato da prévia eleitoral que definirá o nome do postulante — se aberta ao público ou restrita a filiados. Os experientes Toninho do PSol e Maninha devem ficar de fora da disputa. A pretensão deles é competir, respectivamente, pelos mandatos de deputado distrital e federal.
 
 
Quatro nomes são cotados para concorrer à chefia do Executivo local pelo PSol — a professora da Universidade de Brasília (UnB) Beatriz Vargas; a auditora da Controladoria-Geral da União (CGU) Anjuli Tostes; a ex-secretária geral do partido e servidora da Câmara dos Deputados Talita Victor; e o presidente do Sindicato dos Servidores de Assistência Social (Sindsasc) Clayton Avelar. Este último, inclusive, oficializou à legenda, por meio de carta, o desejo de entrar na disputa.

A decisão de lançar uma candidatura própria ocorreu em uma reunião no último sábado. Na oportunidade, os integrantes da Executiva ainda designaram uma comissão responsável por propor a metodologia e o cronograma para a discussão do nome de representação. “Sempre optamos por um modelo democrático. Até o fim de julho, devemos decidir o prazo das inscrições de pré-candidatos. Após esse passo, ouviremos as propostas e decidiremos como será realizada a escolha”, detalhou o presidente da Regional, Toninho do PSol.

Uma das ideias predominantes é que, de maneira diferente da usual, a prévia eleitoral seja aberta à população. “Temos de ir além dos filiados. As pessoas estão descrentes na política. Quanto mais rompermos com o velho modelo de eleição, onde todas as decisões passam apenas pela cúpula dos partidos, mais ampliaremos o diálogo e nos aproximaremos do público. A candidatura fica mais forte”, defendeu o secretário-geral do PSol, Fábio Felix.

Articulações

A decisão sobre a metodologia de escolha do candidato ficará a cargo da Executiva Regional, integrada por 11 pessoas. O partido pretende definir as estratégias rapidamente, pois o movimento de centro e de direita articula, há meses, uma chapa para a disputa por cargos majoritários — Senado, Executivo local e vice-governadoria. Participam das costuras políticas Jofran Frejat (PR), Izalci Lucas (PSDB), Alírio Neto (PTB), Tadeu Filippelli (PMDB) e Alberto Fraga (DEM).

Outras forças de oposição ao governo de Rodrigo Rollemberg (PSB) também buscam alianças para as eleições de 2018. Em nota pública divulgada ontem, o PPS deixou claro que está vivo no jogo. A sigla convocou os partidos a oferecerem aos eleitores do DF “uma candidatura capacitada, de ficha limpa e com notória credibilidade para resgatar Brasília do estado de abandono e descrença política em que se encontra”, diz o texto.

Os nomes fortes do PPS são o senador Cristovam Buarque, o ex-senador Valmir Campelo e os distritais Celina Leão e Raimundo Ribeiro — esses dois últimos são réus por corrupção passiva na Operação Drácon. Sobre o tema, aliás, o partido ressaltou que  “os elementos de prova apresentados à época e constatados por comissão interna foram insuficientes para justificar as referidas acusações, razão porquê aguardaremos a decisão do Poder Judiciário, a quem cabe julgar, reafirmando, assim, nossa confiança de que, em breve, a justiça será feita e tudo o mais, esclarecido”.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
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carlos
carlos - 12 de Julho às 16:21
O PSOL DEVIA É SUMIR ! Ô PARTIDINHO DE ESQUERDA PORCARIA.
 
Antonio
Antonio - 13 de Julho às 03:12
Meu caro, em uma democracia, não pode-se ter, somente, partidos de direita. Mesmo eu sendo de centro, acredito que os partidos de esquerda são necessários, para poder contrabalancear o jogo. São os partidos de esquerda os mais preocupados com a preservação dos direitos às minorias e aos mais desprotegidos.
 
Antonio
Antonio - 13 de Julho às 03:10
Reguffe seria um bom nome. a questão é, se Reguffe quer filiar-se ao PSol.
 
carlos
carlos - 12 de Julho às 13:41
O PSOL DEVERIA FILIAR REGUFFE! AÍ NÃO TINHA PARA NINGUÉM!