Brasília ganha 50 bicicletas compartilhadas no programa +Bike

Plano de Ciclomobilidade de Brasília, lançado nesta quarta (9/8), tem como meta ampliar em 50% as ciclovias e as ciclofaixas. O investimento será de R$ 20 milhões

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postado em 09/08/2017 14:15 / atualizado em 09/08/2017 14:19

Gabriel Jabur/Agência Brasília


O programa Plano de Ciclomobilidade de Brasília, o +Bike, foi lançado, na manhã desta quarta-feira (9/8), pelo governador Rodrigo Rollemberg. A solenidade ocorreu no Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB). Foi inaugurado um dos cinco novos pontos, com 50 bicicletas, instalados na UnB. Todos eles começam a funcionar hoje. Entre os objetivos, está a ampliação de ciclovias, integração com outros transportes e mais bicicletas públicas. Com o lançamento de novos pontos de bicicletas compartilhadas, o DF passa a ter 45 locais para entrega e retirada dos equipamentos.  


A finalidade é conectar as ciclovias da cidade. Entre as prioridades, está a ampliação para regiões que contam com o transporte de metrô, distribuindo 60 pontos por Águas Claras, Taguatinga, Samambaia, Guará e Ceilândia. Haverá também remanejamento de pontos. Serão realocadas estações de locais onde há pouco uso das bicicletas públicas para outros com mais demanda. O modelo será mantido, com uma empresa privada, a concessionária do serviço, fazendo o gerenciamento.

Diversas medidas serão tomadas, desde mais quilômetros de ciclovias, instalação de bicicletários nos terminais de ônibus e um novo sistema de compartilhamento de bicicletas integradas ao BRT. A meta é ampliar em 50% as ciclovias e as ciclofaixas, que contam com 420km de extensão. Até o fim de 2018, contará com mais 218km e, até 2022, o plano prevê ampliar para 1,2 mil quilômetros o alcance das ciclovias de Brasília.

O investimento será de R$ 20 milhões, sem contar os valores aplicados em 72km de projetos já em andamento, como a ciclovia da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), a do Lago Oeste, a do Trevo de Triagem Norte e a da Ligação Torto-Colorado.
 

Atualização de aplicativo

Também dentro das medidas do plano, o aplicativo para usar as bicicletas passará por uma atualização e será renomeado para   Bike. Entre as mudanças, está a cobrança de tarifa diária, de R$ 3, e de R$ 6 por mês, além da tarifa anual de R$ 10, o que pode ser uma opção para turistas ou para aqueles que querem usar a bicicleta por menos tempo. As mudanças serão automáticas na atualização da ferramenta para quem já a possui. Nos últimos três anos, foram feitas mais de 708 mil viagens com as bicicletas públicas da cidade.

Paraciclos e bicicletários

Ainda serão instalados bicicletários em 10 terminais do sistema de transporte público coletivo. Cada um deles terá capacidade de 30 a 50 vagas. De uso gratuito, bastará que o usuário leve um cadeado para prender a bicicleta no local. Cada empresa de ônibus que opera na cidade ficará responsável pela instalação de dois bicicletários.

Em agosto, a Secretaria de Estado de Mobilidade do Distrito Federal lançará licitação para compra de 3 mil paraciclos. A instalação em diversos pontos do DF, principalmente naqueles que contam com transporte de metrô, está prevista para até o fim deste ano.

Bicicletas integradas nos terminais


Três terminais de BRT — os de Santa Maria, do Gama e do Park Way — passarão por testes para implementar o compartilhamento de 150 bicicletas integradas. A licitação para os testes ainda está em fase de finalização. A ideia é que os usuários fiquem com as bicicletas por um período de 12 horas. 

Com informações da Agência Brasília
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Aleadson
Aleadson - 10 de Agosto às 10:12
Eu tinha o cadastro do bike brasilia há quase dois anos, mas é uma decepção depender desse serviço. Renlvei o cadastro recentemente, mas tive que cancelar, pois no período da manhã não acha bicicletas nos pontos mais movimentados, é impossível encontrar uma bicicleta, alguns imbecis levam a bicicleta e compram uma boba de encher pneu, toda vez que o infeliz deixa a bicicleta na estação ele esvazia o pneu pra ninguém usar, quando ele termina os compromissos deles eles vao lá enche o pneu e pegam a mesma bike, esse serviço é péssimo, fiquei mais de 1 mês tentando usar, Mas não consegui nenhuma bike. Outra coisa preocupante é ter coragem para andar de bike em Brasília, com essa segurança que nos temos? Não se pode nem andar nem á pé com 1 real no bolso, muito menos com bike, o medo crescente da sociedade é evidente, esses governantes "assassinos" de família devem mudar nossas leis e valorizar o serviço dos nossos policiais que prendem esses vagabundos, Mas logo estão na rua, a coisa tá feia!!