Justiça cobra tratamento psiquiátrico a bombeiro que furtou viatura

Defesa reforçou que o sargento estava fora da sanidade mental durante o evento e destacou a importância do atendimento

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postado em 06/12/2017 23:39 / atualizado em 07/12/2017 00:02

CBMDF/Divulgação
O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) tem 24 horas para esclarecer se o sargento Fabrício Marques de Araújo tem possibilidade de receber tratamento psiquiátrico adequado dentro da Papuda, onde está preso preventivamente. A exigência, protocolada nesta quarta-feira (6/12), é do juiz Henaldo Silva Moreira, da Vara de Auditoria Militar do DF. 



Em nota, o advogado do militar, Rodrigo Veiga, aponta que se, na penitenciária, não for possível ter acesso ao atendimento, Fabrício deverá ser transferido para uma clínica indicada e capacitada para o tratamento. "A defesa, assim, acredita que o militar receberá adequado tratamento, podendo as demais questões envolvendo o caso serem elucidadas no curso da instrução processual", continua o texto.
 

Abaixo-assinado on-line

 

Na internet, um abaixo-assinado quer reunir 5 mil adesões em favor de um atendimento psicológico para Fabrício, alegando que "o sargento do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal não é bandido, ele apenas surtou e merece passar por tratamento psicológico".
 
Página do abaixo-assinado/Print
 
Até o fim da noite desta quarta-feira (6), o documento, que deve ser entregue à Justiça Militar, Secretaria de Segurança Pública e Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, já reunia quase 3,9 mil assinaturas. 
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