Distrito Federal fecha o ano com queda de 34,7% de mortes no trânsito

Segundo o Detran-DF, foram registradas 235 mortes contra 360 no mesmo período do ano passado

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postado em 29/12/2017 22:07 / atualizado em 29/12/2017 22:07

Detran/Divulgação


O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) divulgou nesta sexta-feira (29/12) um balanço das atividades do ano de 2017. Desde dezembro de 2016 o órgão vem registrando uma queda consecutiva no número de mortes no trânsito. 


Segundo a autarquia, de janeiro a novembro de 2017, houve uma redução de 34,7%, sendo 235 mortes contra 360 no mesmo período do ano passado. Foram 125 mortes a menos. No ano, até 10 de dezembro, 64 motociclistas, 18 ciclistas e 79 pedestres perderam a vida nas vias do DF.

No mês de novembro, o número de mortes provocadas por acidentes de trânsito caiu 42% no Distrito Federal. Foram 18 acidentes fatais contra 31 em novembro do ano passado. Os homens são os que mais morreram. São 198 pessoas do sexo masculino contra 45 mulheres. A BR-080, de Brazlândia, a BR-070, que corta Ceilândia, e a BR-020, em Planaltina, são apontadas como as estradas com o maior número de acidentes com morte no DF.

De acordo com o diretor-geral do Detran-DF, Silvain Fonseca, a redução das mortes acontece por conta das ações da autarquia em conjunto com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Polícia Militar, Polícia Federal e Corpo de Bombeiros. "Além desse trabalho conjunto, investimos em campanhas educacionais". 

Apesar de termos uma aumento na notificação de motoristas por alcoolemia, de 14.300 para 24.000, percebemos uma mudança no comportamento dos brasilienses, que estão preferindo um amigo da vez, o táxi e o Uber para voltar para casa em segurança”, avalia. E continua. “Percebemos também que muitos desses condutores que insistem em dirigir embriagados, são reincidentes, dependentes do álcool. Vamos trabalhar neste sentido também.”

Silvain relata que o Detran-DF espera ultrapassar a meta determinada pela Organização das Nações Unidas (ONU), de reduzir o número de mortes em 50% na década 2011 a 2020. “Para ter um ano-novo sem mortes e acidentes, ressaltamos que caso o condutor beba,  não dirija e redobre a atenção. Isso também vale para os pedestres. Melhor começar o ano com motivos para comemorar, sem tragédias”, alerta Silvain.
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