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Estado de Minas

GDF fechou 2017 abaixo do limite prudencial da Lei de Responsabilidade

O Executivo local gastou R$ 9,54 bilhões com a folha de pessoal, o que representa 46,07% de todo o valor gasto


postado em 30/01/2018 16:14 / atualizado em 30/01/2018 21:51

(foto: Isa Stacciarini/Esp. CB/D.A. Press)
(foto: Isa Stacciarini/Esp. CB/D.A. Press)

 
O governador do Distrito Federal (GDF), Rodrigo Rollemberg (PSB), encerrou 2017 livre do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Do total de R$ 20,72 bilhões da receita corrente líquida de setembro a dezembro, o Executivo local gastou R$ 9,54 bilhões com a folha de pessoal. Isso representa 46,07% de todo o valor gasto com pagamento de salário. 
 
 
Com base na LRF, o limite prudencial é a partir de 46,55%. O percentual de alerta é a partir de 44,10% e o máximo, 49%.

O secretário de Fazenda, Wilson de Paula, explicou que três fatores causam impacto na  folha salarial: o crescimento vegetativo de 2% a 2,5% por promoções e benefícios aos servidores regidos por lei, além do reajuste salarial de algumas categorias e, por último, algumas nomeações. 

O chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, creditou a redução dos gastos aos ajustes fiscais realizados. Além disso, ele reforçou que as medidas auxiliaram para a recomposição de novos profissionais em alguns setores, como na área de saúde, e a abertura de leitos hospitalares. 

Outros índices 


Em três anos, os investimentos saltaram de R$ 670 milhões em 2015 para R$ 860 milhões, recursos usados na construção de escolas, unidades básicas de saúde, obras de calçadas e ciclovias, além de novos equipamentos. 

Para a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, o relatório reflete o controle de despesa de pessoal e também de custeio. Esse último passou de R$ 6,6 bilhões em 2015 para R$ 7,5 bilhões em 2017. 

O resultado foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (30/1) e anunciado em coletiva de imprensa.

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