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Arte interativa mostra árvore genealógica do samba com principais artistas

Para entender como surge o samba que conhecemos hoje, é preciso viajar até o fim do século 19 e desembarcar no Rio de Janeiro

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Dorival Caymmi ensinou que, para gostar de samba, precisa ser um bom sujeito. Nesta página, a história do gênero é apresentada a partir de seus principais artistas, acompanhada pelas obras-primas de cada um. Se, após ouvir as pérolas de Cartola, Noel Rosa, Dona Ivone Lara, João Nogueira e companhia, o leitor ainda não estiver encantado pelo ritmo, é porque deve estar ruim da cabeça, ou doente do pé.

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Para entender como surge o samba que conhecemos hoje, é preciso viajar até o fim do século 19 e desembarcar no Rio de Janeiro. A então capital federal recebia brasileiros de todos as regiões, principalmente da Bahia. Para manter alguns hábitos e costumes, os migrantes se reuniam nas casas das baianas, as anfitriãs do samba, como as tias Ciata, Amélia e Perciliana, promotoras de festas que duravam dias e serviam de fermento para a produção cultural da época. De lá, saíram nomes como Donga e João da Baiana, sambistas referências para Ismael Silva, Noel Rosa e Paulo da Portela.

Há quem diga que o samba morreu. Outras correntes afirmam que ele só se transformou. Polêmicas à parte, o gênero prevalece como a cara do Brasil, seja pelo voz de nomes da nova geração, como Thiaguinho, seja pela obra de mestres da velha guarda espalhados pelo país, como Nelson Sargento e Dona Ivone Lara, no Rio; e Riachão, na Bahia.

Para entender o mundo do samba, o Correio apresenta uma genealogia do melhor produzido nesses 100 anos de batucada, a partir de seus principais artistas:



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