Baseado no palhaço Bozo, 'Bingo - O rei das manhãs' chega ao cinema

Confira outras estreias que chegam aos cinemas da capital

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postado em 24/08/2017 07:30 / atualizado em 24/08/2017 10:20

Divulgação/Warner Bros


Nem sempre um filme nacional consegue mais espaço que um blockbuster internacional nas salas de cinema. Mas Bingo — O rei das manhãs, do diretor Daniel Rezende, deveria. Principalmente, após as críticas negativas em torno de A torre negra, de Nikolaj Arcel, filme baseado na obra homônima de Stephen King com elenco estelar, com Matthew McConaughey e Idris Elba, que foi apontado como apenas uma adaptação medíocre da série de oito volumes.

O longa-metragem brasileiro se inspira na história de Arlindo Barreto, que ficou conhecido como o palhaço Bozo, para misturar realidade e ficção e criar o enredo de Bingo. 

O filme acompanha Augusto Neves (Vladimir Brichta), um ator que quer uma virada em sua carreira e acaba vendo isso ocorrer ao participar da audição para o programa do palhaço Bingo, uma franquia de sucesso nos Estados Unidos.

Contrariando as expectativas, Augusto ganha o posto e, depois de alguns tropeços, consegue colocar o programa voltado para o público infantil em primeiro lugar na disputa do ibope da tevê brasileira. Com a fama, o intérprete de Bingo também vê o declínio da carreira e de sua família ao se envolver com bebidas, muitas farras e drogas.

A história se passa nos anos 1980 e por isso tem muitas referências interessantes ao espectador, como a rainha do rebolado, Gretchen, no filme, vivida pela atriz e cantora Emanuelle Araújo. Também há no elenco presenças ilustres de convidados como de Pedro Bial e Domingos Montagner (morto no ano passado), além do elenco fixo que tem ainda Leandra Leal, como Lúcia, diretora do programa Bingo; Tainá Müller, como Angélica, a ex de Augusto; e Ana Lucia Torre, na pele de Martha Mendes, mãe de Augusto.

Dos livros

Uma das obras mais conhecidas de Stephen King, A torre negra chega às telinhas hoje. A adaptação cinematográfica conta a história do pistoleiro Roland Deschain (Idris Elba), que está percorrendo o mundo atrás da Torre Negra, um prédio mágico prestes a desaparecer. Nessa busca, ele precisa enfrentar a perseguição do poderoso Homem de Preto (Matthew McConaughey).

O livro de King não será o único a ganhar as telonas. A semana será de diversas adaptações, como a brasileira Doidas e santas. A comédia dirigida por Paulo Thiago tem como base o livro homônimo de Martha Medeiros e mostra a trajetória de Beatriz (Maria Paula), uma mulher casada há 20 anos que decide se divorciar para experimentar a vida. 

Já o filme O castelo de vidro bebe da fonte do livro homônimo de Jeannete Walls. A obra relata a infância da jornalista em uma família pobre e nômade. No filme, a personagem é interpretada por Brie Larson.



Mais lançamentos

Amor & brega
De direção de Ronaldo Duque, o filme é um híbrido entre documentário e comédia em que retrata a história da música brega no Brasil com depoimentos.

Bye bye Alemanha
Com direção de Sam Garbarski, o filme se passa em Frankfurt no ano de 1946. A história acompanha David Berman e seis amigos judeus, que querem fugir do país após o fim da Segunda Guerra Mundial.



O deserto do deserto
O documentário brasileiro retrata a história da invasão do Saara Ocidental, a última colônia africana ocupada pelo Marrocos há 40 anos, e da guerra existente no local. 

Eva não dorme
Com Gael García Bernal no elenco, o longa-metragem se passa em 1952 e mostra o conflito entre países por conta do corpo de Evita Péron.



Um filme de cinema
O documentário de Walter Carvalho tem um cinema abandonado no interior da Paraíba como o cenário. No local, nomes importantes discutem a linguagem cinematográfica.

Na mira do atirador
O filme de Doug Liman começa com dois soldados que estão na mira de um atirador iraniano. Durante a situação, eles não podem se comunicar e precisam se esconder em uma pequena parede de pedra instável.

 
 
Foucault contra si mesmo
O documentário é um filme sobre a vida do intelectual Michel Foucault sob o ponto de vista de filósofos e historiadores. A direção ficou por conta de François Caillat.
 
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