DJ Rivka, de apenas 9 anos, é o novo talento da música eletrônica

A menina chamou atenção em eventos como o projeto Na Praia. Conheça a história de Rebecca Rangel, a DJ Rivka

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postado em 17/09/2017 07:20

Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press

Com apenas 9 anos, Rebecca Rangel roubou a cena durante o projeto Na Praia. Às sextas e aos domingos, era possível encontrar a jovem no palco comandando as picapes ao lado dos DJs do evento. Esse foi apenas o início da DJ Rivka no mundo da discotecagem, que agora está com a agenda cheia. Na sexta-feira, ela esteve no Deck Onze. Ontem, se apresentou no Taj Bar e o próximo grande evento deve ser a abertura da apresentação da funkeira Anitta em 2 de novembro, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.


Tudo começou durante o período de férias escolares. Acostumada a ouvir música eletrônica desde a barriga da mãe, Valesca Rangel, Rebecca pediu para fazer aulas de DJ. Empolgada, quis fazer o curso, que costuma durar quatro meses, em apenas um mês e meio. Apoiando a filha, Valesca comprou um equipamento para Rivka, que em agosto começou a tocar na cidade ao lado dos DJ Sony e Matheus Hartmann, que se tornaram os padrinhos da pequena no mundo da carrapetas, e depois de artistas nacionais, como Guga Guizelini, do Make U Sweat. “Eu sempre gostei de música eletrônica, porque minha mãe me levava para as festas. Mas eu nunca pensei em ser DJ. Procurei o curso e comecei a fazer”, explica Rebecca Rangel ao Correio.

“Ela pediu para fazer o curso de DJ. Eu procurei e marquei uma aula experimental. Era para ter sido feito em quatro meses, mas ela quis fazer aula todo dia, de segunda a sábado, sendo duas horas por dia. Ela teve a sorte de conhecer o Sony, que se tornou mais do que um padrinho para ela. Ele e o Matheus Hartmann a levam para tocar onde eles vão. Os três juntos fazem muita bagunça e acho que deu certo porque ela é muito bem-humorada e logo se integra aos DJs da festa”, analisa a mãe, Valesca Rangel.

Carreira de DJ

Os sets de Rivka são marcados por faixas de house music, considerado um estilo mais leve dentro da música eletrônica. As principais inspirações da pequena são os DJs brasileiros, os irmãos Alok e Bhaskar, e o holandês Tiësto. Com bastante personalidade, Rebecca conta que nas primeiras discotecagens para o público, ficava nervosa. “Não é que eu tinha vergonha. Mas eu ficava prestando muita atenção e ficava com medo de errar. Hoje, eu toco o que eu curto”, completa. Apesar de estar com vários convites, muitos terão que ser analisados, já que o período de férias de Rivka acabou. “Agora que as aulas começaram estamos limitando. Teremos que ir adaptando e dizendo alguns ‘nãos’”, completa a mãe.



O nome artístico Rivka vem do próprio nome de batismo hebraico de Rebecca. “Rivka é meu nome em hebraico, eu sou judia. Então, decidi usar esse nome”, explica. Nascida na Noruega, a jovem morou no Rio de Janeiro antes de chegar a Brasília, que hoje é o local preferido de Rebecca para morar e discotecar.
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