A previsão para inflação em 2009 ficou menor nesta semana, de acordo com a maioria dos economistas consultados pelo Banco Central, na pesquisa semanal Focus divulgada nesta segunda-feira (13/07).
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A expectativa do mercado para o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) caiu de 1,35% para 0,95%, repetindo o movimento da semana retrasada. Para o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), recuou de 0,89% para 0,5%, também mantendo a trajetória de queda. Os dois indicadores servem de referência para o reajuste de contratos e preços administrados, entre eles, tarifas e aluguéis.
Para o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica), a queda foi mais discreta: expectativa de que passe de 4,13% para 4,10%.
A exceção foi o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como meta para o BC. A previsão subiu de 4,42% para 4,5%, em cima da meta de inflação, que tem uma margem de tolerância de dois pontos para cima ou para baixo, ou seja, pode chegar até 6,5% no teto.
PIBA previsão para o crescimento da economia brasileira continua negativa, mas um pouco menos pessimista. Para os analistas, o PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no país) deve cair 0,34% em 2009, não mais o 0,50% esperado na semana anterior.
Mas a queda da produção industrial deve ser mais intensa: retração de 6%, ante 5,37% anteriormente. A estimativa para o dólar no fim deste ano oscilou de R$ 2,00 para R$ 1,99. Em relação à taxa básica de juros, foi mantida a estimativa de uma queda dos atuais 9,25% para 8,75% ao ano até dezembro.
Para a relação dívida/PIB, o resultado piorou de 40,40% para 40,50%. A previsão para os investimentos estrangeiros diretos ficou estável (US$ 25 bilhões).
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