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Famílias desaceleram consumo e ritmo de expansão de crédito em 2013 diminui

O total de empréstimos alcançou R$ 2,715 bilhões em dezembro, um crescimento mensal de 2,4% e aumento acumulado de 14,6% no ano passado

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postado em 29/01/2014 11:42 / atualizado em 29/01/2014 11:48

Simone Kafruni

A desaceleração do consumo das famílias foi responsável pelo menor ritmo de expansão do crédito em 2013. O total de empréstimos alcançou R$ 2,715 bilhões em dezembro, um crescimento mensal de 2,4% e aumento acumulado de 14,6% no ano passado, ante expansão de 16,4% em 2012. Os dados foram divulgados na manhã desta quarta-feira (29/1) pelo Banco Central (BC).

Conforme o chefe do departamento econômico do BC, Tulio Maciel, o crédito segue sendo um instrumento relevante para sustentar o crescimento econômico. “Mas mantém uma trajetória de moderação na sua expansão”, ressaltou, lembrando que em 2011 o crescimento do crédito foi de 18,8%, e, em 2010, de 20,6%. “A expansão é menor porque a base de comparação está aumentando ao longo dos anos. Essa moderação é um movimento benigno porque confere sustentabilidade”, acrescentou.

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Para Maciel, em 2013 houve mais concessão de crédito para investimento do que para consumo. Isso se porque, para pessoas jurídicas, houve expansão da carteira do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 15% no ano.

Para pessoas físicas, Maciel destacou o aumento no crédito imobiliário, de 34% em 2013, sendo que em 2012 foi de 35%. “Para as famílias isso significa trocar o aluguel para um pagamento associado à aquisição de um patrimônio. É um crédito com taxas de juros menores e prazos maiores, de forma que o comprometimento de renda é menor”, observou. Os financiamentos para imóveis totalizaram R$ 395 bilhões e corresponderam a 8,2% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 6,8% no fim de 2012

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