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Quartzo do Vale do Silício brasileiro retorna a Goiás na forma de joias

A maioria das joias, das bijuterias e dos ornamentos vendidos na cidade é confeccionada na China, mas extraídas no solo goiano

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postado em 10/02/2014 08:53 / atualizado em 10/02/2014 09:15

Silvio Ribas - Enviado Especial /dired

Brneo Fortes/CB/D.A Press


Cristalina (GO)
— Antes de se tornar o Vale do Silício brasileiro, aproveitando as suas volumosas e puríssimas reservas de silício para dar sustentação a um parque industrial de alta tecnologia, Cristalina (GO) precisa, primeiramente, resgatar o brilho de sua mais tradicional atividade: a extração de cristais (quartzo). A maioria das joias, das bijuterias e dos ornamentos vendidos na cidade localizada a 130km de Brasília é confeccionada na China. Curiosamente, esses artigos importados empregam pedras de variadas cores e de todos os tamanhos extraídas de solo goiano.

“Vem gente de todo o mundo aqui, atraída pela beleza das nossas pedras. Mas a enorme quantidade do nosso material bruto exportada para a China nos últimos 10 anos acabou desmontando a capacidade local de lapidação”, explica o gaúcho João Alceu Manica Teles, 52 anos, dono de uma das maiores lojas de artesanato e gemas do município.

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