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Governo de Dilma admite possibilidade de faltar energia no país

Comitê de Monitoramento reconhece, pela primeira vez, o risco de falta de energia, que pode ser dissipado pelas chuvas de março. Durante um encontro de representantes do governo para debater os constantes apagões, um blecaute parou por quase quatro horas as avenidas Faria Lima e JK em São Paulo

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postado em 14/02/2014 06:00 / atualizado em 14/02/2014 08:55

Sílvio Ribas

Kleber Sales/CB/D.A.Press


O governo de Dilma Rousseff admitiu ontem, pela primeira vez, a possibilidade de faltar energia no país, mesmo sendo “baixíssima a probabilidade” de isso acontecer, pois está confiando a segurança do suprimento nacional de eletricidade às mãos de São Pedro. Para superar o atual estresse provocado pelo forte consumo, no embalo das elevadas temperaturas, e pelo baixo nível dos reservatórios de hidrelétricas, em razão da estiagem atípica nos meses de janeiro e fevereiro, as autoridades rezam pela volta da normalidade das chuvas.

Essa profissão de fé ficou clara, ontem, na reunião ordinária do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), realizada com mais de uma semana de atraso e a primeira após o apagão da terça-feira da semana passada, que deixou mais de 6 milhões de pessoas sem luz em 13 estados e no Distrito Federal. Enquanto o grupo analisava os relatórios do setor, as avenidas Faria Lima e JK, região nobre de São Paulo, enfrentava um blecaute que durou quase quatro horas.

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“O sistema elétrico está atravessando uma situação conjuntural desfavorável em termos climáticos, em um momento em que o período úmido ainda não está caracterizado, mas dispõe das condições de equilíbrio estrutural necessárias para o abastecimento do país. Não são visualizadas dificuldades no suprimento de energia em 2014”, afirmou o CMSE, em nota lida por seu secretário executivo, Ildo Grudtne, no meio do encontro que durou toda a tarde, na sede do Ministério de Minas e Energia, e reuniu os seis principais atores governamentais do setor.

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