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Bancas exageram na criatividade na área de atualidades dos concursos

No início deste mês, o concurso para a Câmara Municipal de Jundiaí (SP) indagava o nome do "Rei do Camarote", como ficou conhecido um empresário paulista

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postado em 17/02/2014 07:00 / atualizado em 16/02/2014 21:53

As armadilhas dos concursos públicos não estão apenas nos editais e nas disputas judiciais para conseguir a nomeação. Os candidatos precisam enfrentar as provas de seleção, que não se limitam a aplicar questões relativas ao serviço que vão prestar na carreira pública. As bancas examinadoras, principalmente as de menor expressão, têm exagerado na criatividade e cobram temas tão bizarros na área de atualidades que desafiam até mesmo os professores mais treinados.



Responda rápido: qual o nome do livro da garota de programa Bruna Surfistinha que se tornou um sucesso do mercado literário brasileiro em 2005 e qual a relevância desse conhecimento para selecionar um candidato a cargo na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)? A pergunta foi aplicada pela banca NCE, do Rio de Janeiro.

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No início deste mês, o concurso para a Câmara Municipal de Jundiaí (SP) indagava o nome do “Rei do Camarote”, como ficou conhecido um empresário paulista. E, na semana passada, um certame para escriturário do Banco do Brasil questionava a ordem das opções do Facebook — curtir, comentar e compartilhar.

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