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Governo compra a energia, mas é o consumidor que paga a conta

O ministro da Fazenda promete contornar a pressão de custos sobre concessionárias de energia sem alterar os contratos do setor

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postado em 13/03/2014 08:42

Antônio Cunha/Esp. CB/D.A Press

Sob pressão de empresários para reagir à crise de abastecimento de energia e com o receio de gerar ainda mais desconfiança nos mercados, o governo descartou ontem recorrer a novas mudanças no marco regulatório do setor. Para lidar com os pesados gastos adicionais provocados pelo acionamento generalizado de termelétricas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, descartou mudar as regras em vigor para as concessionárias.

A informação foi dada pelo presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy, logo após a reunião de Mantega com executivos de grandes empresas. “O ministro prometeu trabalhar em medidas para normalizar a situação e mencionou que nenhuma intervenção será feita, respeitando a estrutura dos contratos”, afirmou.

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O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, descartou o risco de racionamento, mas expressou a preocupação das empresas com o custo da energia. “Não há essa possibilidade, até porque as térmicas estão ligadas. Mas o uso delas tem um custo elevado, e não queremos que esse custo seja repassado nem para a indústria nem para o consumidor”, disse.

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