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Mais dinheiro no bolso acaba também por acelerar a alta geral de preços

Recurso cobre a demanda da sociedade por dinheiro, sem representar ganho real para qualquer cidadão

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postado em 27/04/2014 08:00

Deco Bancillon

Danilson Carvalho/CB/DA Press


Uma estatística do Banco Central (BC) confirma o que para muitos é só um mito: sem perceber, o consumidor está carregando cada vez mais dinheiro no bolso. O que, à primeira vista, parece indicar um avanço da riqueza, trata-se, na verdade, do efeito corrosivo da inflação sobre o poder de compra da moeda. Para piorar, esse sintoma da carestia acaba por realimentá-la, ao induzir o indivíduo a fazer compras por impulso.

Em um ano, o volume de papel-moeda em circulação no país ampliou-se em quase R$ 20 bilhões. Ao todo, a quantidade de cédulas e moedas que correm de mão em mão subiu de R$ 166 bilhões para R$ 185,2 bilhões. Se fossem repartidos igualmente entre todos os brasileiros, daria aproximadamente R$ 100 para cada um.

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Mas tudo o que esses recursos fizeram, explica o professor José Luis Oreiro, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi cobrir a demanda da sociedade por dinheiro, sem representar ganho real para qualquer cidadão. “Quando a inflação acelera, as pessoas necessitam de mais moeda”, resume.

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