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Retomada do crédito na venda de veículos é prioridade, aponta Anfavea No mês passado, a Confederação Nacional das Instituições Financeiras negou que a escassez de crédito seja a causa das dificuldades de venda de veículos

Agência Brasil

Publicação: 13/05/2014 12:28 Atualização:

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, disse nesta terça-feira (13/5), após encontro com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que a discussão para manter o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido dos automóveis não é prioridade da entidade. Segundo ele, a maior preocupação do setor é como a escassez de crédito para vendas de veículos.

Segundo a Anfavea, a prioridade neste momento é obter uma resposta do Ministério da Fazenda e do sistema financeiro sobre financiamento de veículos, que tem se tornado seletivo desde o ano passado. No mês passado, a Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF) negou que a escassez de crédito seja a causa das dificuldades de venda de veículos.

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A volta da alíquota cheia do IPI sobre a venda de automóveis está prevista para ocorrer a partir de julho, de acordo com a tabela anunciada pelo governo no final do ano passado. Segundo os novos valores, os carros 1.0, que pagam atualmente 3%, devem voltar a ter alíquota de 7%, enquanto a faixa entre 1.0 e 2.0 flex passa de 9% para 11%. Os utilitários, cuja alíquota atual é 3%, pagarão 8%.

Outra questão que tem preocupado a entidade é com relação à retração das exportações de automóveis do Brasil para a Argentina, cujo atual acordo passar por negociação entre os dois países. Sobre a redução de empregos no setor, Luiz Moan disse que a categoria é especializada e que os fabricantes farão de tudo para não dispensar os trabalhadores.

Esta matéria tem: (3) comentários

Autor: Anilton Moccio
É só reduzir o preço em uns 30% que volta a vender muito. | Denuncie |

Autor: Marcelo Junqueira
Prioridade e essas empresas que se instalaram aqui diminuam suas margens de lucros e vendam carros a preços de outros países para demonstrar respeito ao consumidor interno. Tomara que saiam demitindo 50% da mao de obra... e que o brasileiro aprenda que automóvel não é símbolo de status. | Denuncie |

Autor: renato alves
Prioridade deveria ser a diminuição da margem do Lucro Brasil, que é um absurdo e sustenta toda uma linha mundial | Denuncie |

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