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AGRONEGÓCIO

Na contramão do PIB, setor de agronegócio promete expansão de 4%

Para os especialistas, nem as oscilações climáticas que afetaram as lavouras durante a safra emperrarão o resultado positivo

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postado em 29/05/2014 06:07 / atualizado em 29/05/2014 09:10

Antonio Temóteo

Luís Eduardo Magalhães (BA) — Na contramão da expectativa de baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, a geração de riquezas pelo agronegócio deve continuar em expansão. Tanto no mercado quanto entre produtores e industriais, a estimativa é de que a atividade econômica do campo cresça pelo menos 4%. Para os especialistas, nem as oscilações climáticas que afetaram as lavouras durante a safra, com excesso de chuvas ou estiagem, emperrarão o resultado positivo. Entretanto, nem os mais otimistas acreditam que o índice geral da economia será superior a 0,5%.

Na avaliação do vice-presidente de Agronegócio do Banco do Brasil, Osmar Dias, o setor continuará a crescer acima da média nacional porque os preços de commodities, como a soja e o milho, continuam elevados. “Entre 2011 e 2014, nossa carteira de crédito para o campo passou de R$ 75 bilhões para R$ 150 bilhões. Temos uma taxa de inadimplência de 0,8%. Queremos aumentar ainda mais a participação nesse mercado”, detalhou.

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Dias estima que o PIB do campo em 2014 será pelo menos dois pontos percentuais maior do que a média nacional. Ele comentou que, apesar da estiagem e do excesso de chuvas que restringiram a produção de 5 milhões de toneladas de grãos em todo o país, os resultados da safrinha compensaram parte das perdas. “De tudo o que foi exportado nos primeiros três meses do ano, 40% saíram do campo. Essa geração de riquezas mostra que o PIB no primeiro trimestre será positivo”, disse o executivo do Banco do Brasil, sem fazer uma previsão sobre o resultado do indicador.

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