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Dificilmente a economia do país retomará ritmo forte de expansão

País está cada vez mais dependente de capital estrangeiro para tocar investimentos

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postado em 30/05/2014 09:36 / atualizado em 30/05/2014 10:19

Vicente Nunes /Correio Braziliense

A forte intervenção do governo na economia levou os empresários a botarem o pé no freio dos investimentos. Segundo o IBGE, a taxa de investimentos em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) fechou o primeiro trimestre do ano em 17,7%, o menor nível desde os primeiros três meses de 2009. Com isso, acreditam os especialistas, dificilmente a economia conseguirá retomar um ritmo mais forte de expansão.

Os donos do dinheiro reclamam principalmente da falta de diálogo com o Palácio do Planalto e de medidas intempestivas da presidente Dilma Rousseff. Também é preocupante a falta de recursos do país para tocar obras. Pelos cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de poupança do país caiu a 12,7% do PIB, o nível mais baixo desde o primeiro trimestre de 2000. Com isso, a economia brasileira está cada vez mais dependente de capital estrangeiro para tocar investimentos.

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Entre janeiro e março deste ano, o Brasil precisou de R$ 66,3 bilhões do exterior, em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Houve um aumento de R$ 10,3 bilhões da necessidade de financiamento externo.

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