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Famílias estão devendo R$ 1,3 trilhão aos bancos, segundo o Banco Central Governo quer estimular o crédito para incrementar o PIB raquítico, mas as famílias estão com o orçamento no limite devido à inflação alta e aos débitos recordes com os bancos

Diego Amorim

Rodolfo Costa

Publicação: 08/06/2014 08:00 Atualização: 07/06/2014 19:26

As dívidas e a preocupação com elas não param de crescer. Ainda ressaqueados pelo fim da euforia do consumo e do crédito farto, brasileiros penam para ajustar as contas e se adaptarem a uma realidade de inflação e juros altos. Somente às instituições financeiras, de acordo com o Banco Central, as famílias estão devendo R$ 1,3 trilhão, um recorde correspondente a 26,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Nos últimos 12 meses, esse montante acumula alta de 15,2%, ilustrando o aperto no orçamento doméstico.

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O real saldo do comprometimento da renda dos brasileiros com empréstimos é ainda maior do que o calculado pelo BC. O mapeamento da autoridade monetária não inclui as dívidas alheias ao sistema financeiro, como aquelas assumidas pelos consumidores diretamente com o comércio. Não à toa, o endividamento das famílias tem alcançado patamares nunca antes registrados: a carestia deu a sensação de que o salário encolheu e os débitos alargaram.

O consumo não tem mais força para garantir o crescimento do país, apesar da insistência do governo de que os brasileiros precisam de mais crédito para ajudar a atividade a sair do atoleiro em que se encontra. O nebuloso cenário da economia, traçado pelos principais indicadores, reforça incertezas e potencializa um sentimento de apreensão, sobretudo porque a ameaça de recessão é cada vez maior. Em períodos de contração do PIB, o desemprego aumenta e fica mais difícil honrar os compromissos em dia. Por isso, educadores financeiros são unânimes ao orientar uma postura conservadora dos consumidores. Mais do que nunca, a ordem agora, para todas as classes, é conter gastos e consumir apenas o necessário, não abrindo mão da poupança.

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Esta matéria tem: (6) comentários

Autor: Anilton Moccio
O pessoal ainda não acordou que não pode gastar mais do que ganha, se quer ter um padrão de vida melhor, endividar não é o caminho. | Denuncie |

Autor: Jose Maria Camargo
Depois que a pessoa entra no consignado e ela não muda o seu comportamento de consumo, isto é, ajustando o as suas despesas a sua receita, é praticamente impossível sair do ciclo de empréstimo e renovação! Os bancos não orientam, muito pelo contrário, facilitam o endividamento até sugar o coitado! | Denuncie |

Autor: Juvenal Moreira
Trabalha cambada para pagar as dívidas!!!! Foram acreditar no Governo... deu nisso! | Denuncie |

Autor: Paulo Costa
Em um País que os juros dos Bancos são altíssimos e os Governos não tomam uma providência...cabe duvidar da seriedade dos mesmos e, até mesmo, suspeitar da conivência e do "favorecimento" para não se tomar as medidas que urgem para diminuir os "nababescos" lucros dos banqueiros... | Denuncie |

Autor: Nyll Rodrigues
Isso é fruto desse governo petista. O povo está na pindaíba há tempos e nada se muda. A coisa vai ficar mais feia ainda, recessão, desemprego e inflação. Votem de novo no PT da Dilma que a m... vai virar boné. | Denuncie |

Autor: ednilson souza
Até que enfim alguém disse!!! Ficamos sem RECOMPOSIÇÃO SALARIAL!!! Os servidores SÃO ASSEDIADOS pelos bancos. Sem alternativa para completar o orçamento, são PRESA FÁCIL! A Presidenta NÃO CUMPRIU acordos feitos pelo Lula, sindicalistas-deputados traíram suas bases. Resultado? ENDIVIDAMENTO! | Denuncie |

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