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Fundo de previdência ganha com taxa básica de juros em patamares elevados

Carteira desse tipo de investimento teve crescimento de 10,54% no ano passado após taxa básica de juros voltar a subir

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postado em 23/06/2014 09:02

Bárbara Nascimento , Deco Bancillon

Os aumentos sucessivos da taxa básica de juros (Selic) a partir do meio do ano passado fizeram do atual momento econômico uma boa oportunidade para quem pretende investir em um plano de previdência complementar. Como boa parte dos fundos tem percentual elevado de investimentos em títulos de renda fixa, mais conservadores, a Selic em patamares elevados torna os rendimentos mais atrativos para quem pretende buscar garantias no futuro.

Tanto que, em 2013, quando os juros voltaram a subir após atingirem o menor patamar da história, em outubro de 2012, a carteira de investimentos desse tipo saltou 10,54%, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). O número de depósitos aumentou 4,56%. O professor e ex-secretário de Previdência Complementar José Roberto Savoia explica que, em tempos de juros altos, é comum que os investidores deixem de lado os fundos de maior risco, ou seja, as opções que aplicam um grande percentual do dinheiro em ações de empresas listadas em bolsas de valores.

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“A experiência mostra que o investidor brasileiro fica relativamente satisfeito com o retorno que está tendo e deixa um pouco de lado os ativos de risco. E a atual taxa básica de juros é bastante interessante”, afirma. Savoia alerta, no entanto, que, nesses momentos de Selic alta, algumas instituições aproveitam para aumentar taxas. “O que passa a ser mais significativo é a comparação entre a taxa administrativa e o rendimento nominal. O investidor tem sempre de comparar as taxas entre as diversas instituições e, se necessário, fazer portabilidade para outro fundo”, completa.

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