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Guido Mantega decidirá se mantém IPI dos automóveis reduzido

Mercado aposta que a Fazenda não recomporá alíquota do imposto de carros em 1º de julho, como estava previsto, devido à crise no setor

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postado em 27/06/2014 08:46 / atualizado em 27/06/2014 09:24

Rosana Hessel

Monique Renne/CB/D.A Press - 15/9/11

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deve decidir, neste fim de semana, se mantém a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos automóveis no patamar atual ou dá sequência ao cronograma de aumento do tributo, como havia anunciado em dezembro de 2013. As apostas do mercado, no entanto, são de que o governo deixará tudo como está, em razão do fraco desempenho da indústria automotiva — houve redução de 2,8% no número de trabalhadores do setor neste ano. Além disso, o licenciamento de veículos — dado que mede efetivamente as vendas — encolheu 5,5% de janeiro a maio.

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O novo aumento do IPI deveria valer a partir de 1º de julho, dando continuidade ao processo de elevação. Atualmente, as alíquotas são de 3% para carros com motores de 1.000 cilindradas; de 10%, acima de 1.000cc até 2.000cc, movidos apenas a gasolina; 9%, acima de 1.000cc até 2.000cc, com motores flex fuel; 25%, acima de 2.000cc, a gasolina; e 18%, acima de 2 mil cc, flex fuel.

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