publicidade

Presidente do BNDES defende reformas estruturais para acelerar crescimento

No encontro com representantes de diversos setores industriais, o presidente do BNDES fez uma projeção otimista do crescimento econômico

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

CORREÇÃO:

postado em 13/08/2014 14:09

Agência Brasil

O presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, defendeu nesta quarta-feira (13/8) a necessidade reformas para reduzir o custo de produção e acelerar o crescimento econômico no país no médio e longo prazos.

Ao encerrar um dos painéis do 25º Congresso Brasileiro do Aço, Coutinho considerou relevante a convergência de posições neste sentido manifestada por executivos de importantes entidades empresariais participantes do evento.

Sem fazer uma análise mais detalhada da questão, Luciano Coutinho esclareceu, em seguida, que quis apenas sublinhar o consenso sobre a necessidade “de aperfeiçoamento do sistema tributário por meio da simplificação, desburocratização, eliminação da assimetria de certos vieses que dão irracionalidade à incidência tributária que precisa trabalhar em favor do investimento, e não diferentemente disso”.

Leia mais notícias em Economia

No encontro com representantes de diversos setores industriais, o presidente do BNDES fez uma projeção otimista do crescimento econômico, apontando dados da instituição que mostram aumento de 6% na taxa de formação bruta do capital fixo, o que, para ele, reflete o grau de confiança dos investidores. Ele defendeu o aumento da poupança interna e dos investimentos e argumentou que o Brasil precisa elevar sua competitividade a fim de aumentar as exportações para os mais diversos mercados.

No momento, observou Coutinho, o governo tem a missão de assegurar a estabilidade econômica. Para ele, já existem indícios de queda na inflação, o que poderá tornar as taxas de câmbio e de juros mais favoráveis à atividade produtiva.

publicidade

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
a responsabilidade é do autor da mensagem.

publicidade