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Políticas calcadas em distribuição de benefícios travam América Latina

O continente atingiu o pior resultado desde 2009 e o Brasil ficou no nível mais baixo desde 1991

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postado em 18/08/2014 08:09 / atualizado em 18/08/2014 08:51

Paulo Silva Pinto

Norberto Duarte/AFP


A vida anda difícil para a maior parte dos latino-americanos. E as perspectivas, ainda piores. Na semana passada, foi divulgado o Índice de Clima Econômico (ICE) de julho, elaborado em escala global com a participação, no Brasil, da Fundação Getulio Vargas (FGV). O continente atingiu o pior resultado desde 2009 e o Brasil ficou no nível mais baixo desde 1991, após despencar de 71 pontos, em abril, para apenas 55 — uma redução de 22%.

Para muita gente, a culpa é dos ventos que vêm de longe, mais precisamente dos efeitos da crise global de 2008, que teve início no mercado de crédito norte-americano e se espalhou para todo o mundo. Mas o próprio ICE contraria essa tese: no mundo houve melhora, ainda que discreta, de 3% no indicador entre abril e julho. E os nossos principais mercados, China e Estados Unidos, se destacaram, com aumento, respectivamente, de 16% e 6%.

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Para vários analistas latino-americanos, a culpa dos nossos problemas está aqui mesmo e é antiga: o persistente populismo, que envolve alguns benefícios imediatos à população e o adiamento de medidas que fariam as economias mais competitivas, favorecendo o crescimento a longo prazo. Há os que discordam dessa avaliação, afirmando que os problemas são diferentes em cada país do continente, ainda que os efeitos da crise externa afetem a todos, em maior ou menor grau.

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