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Eleição faz a bolsa disparar e atinge o maior patamar em 18 meses Ações da Petrobras avançam mais de 5%. Juros caem no mercado futuro

Publicação: 26/08/2014 08:40 Atualização:

O quadro eleitoral voltou a determinar ontem o rumo dos negócios na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa). Rumores sobre o cenário político desfavorável ao governo animaram os investidores e levaram o Ibovespa, principal indicador do pregão, a avançar 2,27%, alcançando 59.735 pontos, o maior patamar desde fevereiro de 2013. As ações da Petrobras dispararam e mostraram valorização superior a 5%.

O quadro externo positivo nos mercados do exterior também ajudou. Em Nova York, o índice Dow Jones teve alta de 0,44%, impulsionado pelos papéis dos setores financeiro e de biotecnologia. Na Europa, a expectativa de que o Banco Central Europeu adotará novas medidas de estímulo monetário para reativar a economia fez o índice FTSEurofirst 300, que mede o comportamento das principais ações do continente, a terminar o dia com elevação de 1,13%.

Mas foi a expectativa de que Dilma poderá ser derrotada no esforço de obter mais um mandado presidencial, e a consequente perspectiva de mudança na política econômica, o fator que mais influenciou o comportamento da bolsa brasileira. “Muitos investidores se posicionaram com base em levantamentos próprios e nos boatos sobre as pesquisas telefônicas feitas pelos partidos”, disse o operador Thiago Montenegro, da Quantitas Asset Management.

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Com o cenário desfavorável à presidente, os papéis de empresas mais sensíveis e mais prejudicadas pelas políticas do governo, como bancos, companhias do setor elétrico e, sobretudo, a Petrobras, lideraram os ganhos do Ibovespa. No caso da petroleira estatal, as ações preferenciais, que têm privilégio no recebimento de dividendos, subiram 5,35%; as ordinárias, com direito a voto, avançaram 5,22%.

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Autor: Tarcísio Silva
Vejam só a contradição da realidade com o discurso do atual governo federal. O que está fazendo a economia, brasileira, se reanimar não são as promessas da atual presidente e sim a possibilidade, cada vez maior, de sua derrota eleitoral. | Denuncie |

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