Economia

Taxas futuras de juros têm viés de alta com pessimismo externo

As atenções agora se voltam para o discurso do diretor do Banco Central Tony Volpon, em Nova York, que começou pouco antes deste texto.

Agência Estado
postado em 27/06/2016 10:03
Os juros futuros mostram viés de alta, mas com alguns vencimentos mais próximos da estabilidade nesta segunda-feira, 27, refletindo alguma influência do clima tenso no exterior por causa das incertezas geradas pelo Brexit, a saída definida em plebiscito do Reino Unido da União Europeia. As atenções agora se voltam para o discurso do diretor do Banco Central Tony Volpon, em Nova York, que começou pouco antes deste texto.

Às 9h32, o DI para janeiro de 2018 estava a 12,59%, de 12,54% no ajuste de sexta-feira. O DI para janeiro de 2021 exibia 12,42%, de 12,40% no ajuste anterior.


Mais cedo, o boletim Focus mostrou que o mercado espera que a Selic encerre neste ano mais alta do que o previsto anteriormente e, em 2017, mais baixa. No encontro de julho, segue a perspectiva de que a Selic será mantida nos atuais 14,25% ao ano (aa).

Para setembro, continua a ser previsto o primeiro corte, com a mediana das projeções mantida em 14,00% aa. Já para outubro, a estimativa de baixa de 13,50% foi substituída pela de 13,75%aa. No último mês de 2016, a previsão passou de 13,00%aa para 13,25% aa.

Ao longo da semana, as expectativas estão na divulgação do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), na terça-feira, 28, e com a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), na quinta-feira, 30.

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