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Teto do Sistema Financeiro da Habitação sobe e vai a R$ 950 mil

Conselho Monetário eleva o valor máximo dos imóveis que podem ter uso do FGTS e financiamento com recursos da poupança

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postado em 25/11/2016 06:00 / atualizado em 25/11/2016 00:34

Rosana Hessel , Vera Batista

A partir desta sexta-feira (25/11), o valor máximo dos imóveis, novos ou usados, que podem ser financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), com a possibilidade complementar de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), passa de R$ 750 mil para R$ 950 mil no Distrito Federal e nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Nas demais unidades da Federação, o teto subiu de R$ 650 mil para R$ 800 mil. Os empréstimos do SFH possuem juros mais baixos, de até 12% ao ano, por utilizarem recursos da poupança. A medida foi tomada nessa quinta-feira (24/11) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Os valores anteriores, válidos desde setembro de 2013, estavam defasados, segundo o setor da construção civil, que vinha negociando a mudança com o Banco Central, o Ministério do Planejamento e o Conselho Curador do FGTS. Em setembro, o CMN havia sinalizado a intenção de ampliar os limites e aumentou para até R$ 1,5 milhão o valor para a contratação de imóveis novos dentro do SFH, mas sem a possibilidade do uso do FGTS.

Sílvia Marques, chefe do Departamento de Regulação do Banco Central, informou que o CMN adotou ainda uma condição adicional para a contratação de empréstimos imobiliários. As instituições financeiras não poderão mais admitir qualquer saldo devedor ao longo do período de financiamento e terão que incorporar, mensalmente, as atualizações de juros e de amortização. “A medida é um ajuste prudencial. Os novos contratos não poderão contar mais com amortização negativa, algo comum nos empréstimos pela Tabela Price”, explicou. Os bancos precisarão se adaptar até 31 março de 2017.

 

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