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Número de imóveis alugados caiu no Brasil em 2015, revela IBGE

Conforme o órgão de estatísticas, a queda significou uma inversão na tendência de elevação dessa proporção, que vinha desde 2004. Os alugados correspondiam a 15,4% em 2004.

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postado em 25/11/2016 11:19

Em 2015, houve redução de 2% no número de imóveis alugados no País ante 2014. Assim, a proporção de imóveis alugados no total de domicílios caiu de 18,5%, em 2014, para 17,9%, ano passado, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), que o IBGE divulgou nesta sexta-feira, 25.

Conforme o órgão de estatísticas, a queda significou uma inversão na tendência de elevação dessa proporção, que vinha desde 2004. Os alugados correspondiam a 15,4% em 2004.

As taxas de unidades domiciliares que contam com iluminação elétrica (99,7%), coleta de lixo (89,8%) e rede de abastecimento de água (85,4%) não se alteraram de 2014 para 2015. Já a abrangência da rede de esgoto melhorou: eram 63,5% domicílios atendidos em 2014, e 65,3% em 2015. 


Compra de bens


Apesar da crise, a compra de bens duráveis se manteve estável no País, informa a Pnad 2015. O crescimento dos domicílios com fogão foi de 1,5%; com televisão, também 1,5%; com geladeira, 1,8%. O maior aumento foi no número de lares com máquina de lavar (5,7%). Hoje, 61,1% do total de lares possuem esse eletrodoméstico.

A presença de automóveis subiu 2,6% em 2015 frente a 2014, e a de motocicletas, 1,6%. O que caiu foi o número de domicílios com microcomputadores - eram 48,5% dos lares com o aparelho, e passaram a ser 46,2%. 

Foi a primeira vez, desde 2004, que o número de domicílios com computador caiu no País: eram 32,5 milhões e passaram a ser 31,4 milhões de lares. Isso se deu na esteira do aumento do acesso à internet via celular, que vem se tornando o único aparelho de telefone dos domicílios.


Internet


Em 2015, o Brasil tinha 102,1 milhões de internautas de 10 anos ou mais, o que equivale a 57,5% da população. A taxa pode estar subestimada, alertou a gerente da Pnad, Maria Lúcia Vieira. Isso porque muitos entrevistados, na hora de responder ao IBGE, não reconhecem o uso de redes sociais e aplicativos de mensagem como acesso à internet. Ou seja, embora usem esses aplicativos, afirmaram não utilizar a internet.

O número de usuários teve um crescimento de 7,1% em relação a 2014 - foram 6,7 milhões de pessoas conectadas a mais. Em 2008, apenas 34,8% da população se disse usuária da internet. De 2014 a 2015, o maior crescimento do contingente de internautas foi no Norte, com 8,4%. Os maiores percentuais estão nos grupos de 15 a 17 anos (82%) e de 18 a 19 anos (82,9%).

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